Júlia, do Tijuca, volta a jogar após ter sido baleada: 'Sensação muito boa'
Oposta sofreu uma tentativa de assalto em 23 de novembro de 2025

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Apesar da derrota para o Minas, a noite desta sexta-feira (6) ficou marcada para Júlia Azevedo, oposta do Tijuca, como um momento de alívio. Isso porque, desde quando foi baleada em uma tentativa de assalto em 23 de novembro de 2025, foi a primeira vez que a jogadora entrou em quadra.
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Júlia havia voltado a ser relacionada na partida anterior, contra o Sesc RJ Flamengo, mas não foi chamada à quadra, o que mudou nesta sexta (6). A oposta entrou na reta final do primeiro set e, logo na primeira bola que recebeu, pontuou para o Tijuca. Ao final do jogo, em entrevista ao Lance!, comentou a sensação de estar de volta.
— É uma sensação muito boa. A gente basicamente treina a nossa vida inteira para isso. Então, poder entrar em quadra é sempre bom. Todo ponto que a gente faz é o melhor ponto do mundo. Estou muito feliz de estar de volta.

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Na partida, válida pela 16ª rodada da Superliga Feminina, o Minas protagonizou uma vitória tranquila sobre a equipe carioca. As parciais terminaram em 18/25, 15/25 e 14/25. O Tijuca amarga a penúltima posição da tabela, na briga contra o rebaixamento.
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Relembre o caso de Júlia Azevedo
A oposta Júlia Azevedo, do Tijuca, time da Superliga Feminina de Vôlei, foi baleada em uma tentativa de assalto na noite do dia 23 de novembro de 2025, nos arredores do clube. A jogadora estava no carro com o pai, Marcos Azevedo, e foi atingida com um tiro nas costas. Ela recebeu atendimento no Hospital Municipal Souza Aguiar e rapidamente recebeu alta, sem maiores complicações clínicas.
Júlia e o pai, que é vice-presidente de esportes olímpicos do Tijuca, moram nas imediações do clube. Marcos estava dirigindo a caminho de casa quando foram abordados por três assaltantes armados na rua Conde de Bonfim com a rua Henry Ford. No susto, ele arrancou com o carro, momento em que foram efetuados três disparos - um deles passou perto da cabeça de Marcos. O outro tiro acertou apenas a lataria do carro.
— O projétil entrou pelas minhas costas, mas graças a Deus, não atingiu minha medula, passou a 1mm da minha coluna e não perfurou nenhum órgão, passando a menos de 1cm da minha bexiga, mas saiu sem causar danos maiores. Estou em recuperação e vou precisar me afastar um pouco do vôlei, mas vou ficar bem e vou voltar ainda mais forte - relatou a jogadora, nas redes sociais.
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