Em grande fase, Thaisa fala sobre superação após cirurgia
Central do Itambé/Minas, Thaisa lidera três estatísticas da Superliga

Depois de 14 anos, a bicampeã olímpica Thaisa retornou ao Minas Tênis Clube e a decisão provou ser acertada. Na Superliga Banco do Brasil de vôlei 19/20, a central do Itambé/Minas (MG) lidera as estatísticas oficiais da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) em três fundamentos: saque, bloqueio e ataque.
Os números ratificam que a atacante tem sido um dos principais destaques ao longo da competição. Feliz em Belo Horizonte (MG), livre de lesões (passou por delicada cirurgia no joelho em 2018), motivada e em busca de grandes conquistas, Thaisa concedeu entrevista à CBV sobre o seu momento atual no voleibol.
Você aparece na liderança do ranking da Superliga no saque, no bloqueio e no ataque e tem sido destaque em muitos jogos do Itambé/Minas. Como você avalia a sua temporada até o momento?
O ranking não significa tanto se o desempenho não for mantido ao longo de toda a temporada. Fico feliz de ajudar, mas sei que ainda preciso trabalhar bastante e tem muita coisa para ser melhorada no dia a dia.
O que você vê como principal fator para a sua boa fase na Superliga?
Acredito que a fiz uma excelente pré-temporada. Cuidei muito da parte física e da alimentação, malhei todos os dias, fiz crossfit e não perdi o foco ao longo de todas as minhas férias. Trabalhei duro nesse período que seriam minhas férias e, quando isso é feito com empenho e foco, os resultados aparecem na quadra.
Você retornou ao Minas Tênis Clube depois de 14 anos. Como foi a adaptação a vida em Belo Horizonte e qual o sentimento de voltar a defender um clube que foi importante na sua formação?
Foi super fácil me adaptar. BH é incrível, tranquilo, com pessoas acolhedoras e não tinha como não me adaptar bem. Estou muito feliz, me sinto querida e respeitada por todos no clube e no time, recebo carinho de todos os lados e não tem nada melhor do que isso, principalmente no seu trabalho. Lembro do meu começo aqui em BH, quando estava tudo começando, com sonhos e objetivos tão distantes naquela época. É muito bacana estar de volta e recordar tudo isso.
Você superou muitas lesões ao longo da carreira. A última lesão no seu joelho esquerdo foi muito séria e até mesmo sua volta ao voleibol foi colocada em xeque. Você voltou, disputou um Mundial pela Seleção e vive um dos seus melhores momentos na Superliga. Como foi administrar tudo isso mentalmente?
Foi extremamente difícil e desafiador. Tive muitos momentos de lágrimas, dúvidas, dores e dificuldades. Muitas vezes não sei de onde saiu tanta força. Foi realmente muito difícil e ainda é em alguns momentos. Nunca desisti, não dei ouvidos aos que disseram que eu não voltaria a jogar ou se voltasse não jogaria mais em alto nível. Certos comentários doíam, mas isso serviu de motivação. Falaram que eu tinha me tornado lenta, lerda, além de coisas piores. Confesso que chorei algumas vezes, mas coloquei na minha cabeça que voltaria e conseguiria por mim.
Quais os seus objetivos com o Itambé/Minas até o final da temporada?
Buscar o melhor sempre e evolução dia após dia. Quero a final e consequentemente o título. Acredito que todos nós buscamos isso.

Vôlei
Brasil leva virada no tie-break, sofre quarta derrota e cai no Mundial sub-17 de vôlei
Há 9 horas
Vôlei
Vice na Copa Sul-Americana liga alerta para futuro do Brasil no vôlei masculino
Há 11 horas
Rio 2016: 10 Anos
Rio 2016: Olimpíada sediada pelo Brasil completa dez anos
Há 21 horas
Vôlei
Brasil e Argentina disputam título da Copa Sul-Americana de vôlei
Há 1 dia
Mais Esportes
No Rio de Janeiro, Malala Yousafzai se arrisca no vôlei de praia
Há 2 dias
Vôlei
Brasil sofre nova virada e emenda segunda derrota no Mundial sub-17 de vôlei
Há 3 diasMais LANCE!

Osasco busca o 19º título do Campeonato Paulista de vôlei; veja tabela

Minas apresenta novo técnico e confirma três reforços para a temporada

Gabi Guimarães é apontada como melhor ponteira do mundo por rivais durante a VNL

Praia Clube e Osasco disputam primeiro título do vôlei nacional em outubro

Times de Bernardinho e Zé se enfrentam na abertura da Superliga

Superliga distribuirá maior premiação da história em 2026/27

Duda Lisboa aconselha seguidores: 'invistam em saúde mental'

Brasil busca ouro inédito no Mundial sub-17 de vôlei feminino

Técnico brasileiro agarra atletas de vôlei de praia pelo braço na Itália

Rússia retorna à VNL em 2027 com formato ampliado; entenda

Campeão olímpico da praia substituirá Darlan na quadra

São Paulo recebe Mundial de Clubes Feminino de Vôlei 2026

No topo do vôlei de praia, Brasil tem briga interna por Los Angeles 2028



