Venda do potencial construtivo atrasa planos do Vasco para início das obras de São Januário
Reforma não deve começar antes do segundo semestre de 2026

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A reforma de São Januário segue sem data para começar e depende diretamente da definição sobre a venda do potencial construtivo do Vasco. O Lance! apurou que a principal interessada na aquisição da maior parcela, a SOD Capital, ainda não possui um terreno para utilizar esse potencial, o que impede que a transação seja concluída.
Para que o potencial construtivo tenha valor prático, é necessário que a empresa interessada possua um terreno onde ele possa ser aplicado. No caso da SOD Capital, isso ainda não aconteceu. Um dos terrenos que interessa à empresa é o Marapendi, localizado na Barra da Tijuca, com área estimada em 220 mil metros quadrados. Internamente, a avaliação é de que, a partir da aquisição do terreno, o processo de compra do potencial fluiria de forma mais rápida.
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Apesar de ser vista como a principal parceira, a SOD Capital não tem exclusividade na compra dessa maior parcela do potencial construtivo. Ainda assim, o clube entende que não há motivo para acelerar a negociação com outros agentes, já que, neste momento, não existem outras empresas interessadas nessa fatia maior. O prazo inicial para que a SOD concluísse a compra era 12 de dezembro, mas o Vasco optou por aguardar, considerando a empresa a melhor oportunidade de venda.
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Paralelamente, existem duas empresas já apalavradas com o clube para a compra de parcelas menores do potencial construtivo, cada uma no valor de 30 mil metros quadrados. Ambas já possuem terrenos próprios, o que facilitaria a conclusão dessas negociações.

O Lance! também apurou que a venda dessas duas parcelas menores já seria suficiente para permitir o início das obras em São Januário. No entanto, o clube avalia que seguir por esse caminho representaria um risco, já que o clube ainda não teria garantido a venda da maior parte do potencial construtivo, fundamental para a segurança financeira do projeto.
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Diante desse cenário, a tendência é que o Vasco aguarde uma definição envolvendo a SOD Capital, o que faz com que as obras de São Januário não devam começar no primeiro semestre de 2026.
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