Lazaroni elogia trabalho de Diniz no Vasco e explica estratégia contra o Fluminense
Cruz-Maltino empatou em 1 a 1 e foi eliminado na semifinal do Campeonato Carioca

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O Vasco empatou em 1 a 1 com o Fluminense neste domingo (1°), pelo jogo de volta da semifinal do Campeonato Carioca, e perdeu a chance de ir à grande decisão. Em entrevista coletiva após o duelo, Bruno Lazaroni comentou as estratégias adotadas pelo time cruz-maltino e avaliou o trabalho durante o ano. Além disso, o auxiliar técnico fez elogios à passagem de Fernando Diniz, demitido do cargo após derrota no jogo de ida.
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— Querendo ou não, o trabalho do Fernando Diniz, pelo menos esse ano, acabou não tendo resultado, mas o trabalho dele é muito bom. A forma como ele consegue elaborar os treinos, a forma como ele cobra, de certa maneira, qualquer treinador que chegar aqui no Vasco ele vai ter um trabalho mais facilitado por conta disso — disse Lazaroni.
— A minha ideia para o jogo, pelo Fluminense levar para um jogo muito físico, e o objetivo era que tanto o Brenner quanto o Rojas flutuassem mais por dentro para surgirem o espaço tanto ao Andrés quanto para o David. Isso não aconteceu tanto no primeiro tempo, mas nós tivemos duas oportunidades até antes mesmo de fazer o primeiro gol. E aí já no segundo tempo a gente começou a se movimentar mais nesse sentido. Mas, infelizmente, foi insuficiente. O que nós e a torcida gostaríamos era que a gente passasse de fase, mas não foi possível — seguiu.
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Escolha pelo batedor do pênalti
— Tinha dois jogadores para bater: o Puma e o Brenner, e acho que eles acabaram decidindo pelo Brenner. Foi escolha deles... O Brenner acabou perdendo pênalti, mas acredito que tenha feito uma boa partida, talvez a melhor dele desde que chegou aqui.
Thiago Mendes como referência
— Acho que ele já é um líder. Chegou ano passado de forma meio tímida, veio de um contexto de dois anos no Mundo Árabe, acaba que é muito diferente do calendário competitivo aqui no Brasil. Naturalmente algumas lideranças... Por exemplo, o Piton não era de falar muito, está começando a falar mais, o próprio PH... Acho que as novas lideranças vão surgir naturalmente.
Pênaltis do volante Barros
— Talvez o primeiro pênalti um pouquinho de ansiedade, dentro da área você tem que dar bote só quando estiver totalmente certeiro no lance, e para mim o segundo foi uma total infelicidade. Acredito que a bola não tinha nem direção do gol e acabou batendo na mão dele. Cara, ele é um menino que conquistou o espaço dele, teve que sair para jogar com mais regularidade, demonstrou o potencial dele. Retornou e no primeiro momento nem era uma das primeiras opções, foi mérito do trabalho dele. Quando você joga numa grande equipe como o Vasco, situações dessas vão acontecer, oscilações. Jogador tem que ter personalidade, e ele tem. Acredito que vai superar.

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