Renato Gaúcho diverge de Admar Lopes sobre arbitragem de Cruzeiro x Vasco
Técnico mostra otimismo com trabalho após empate no Mineirão

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Após o empate por 3 a 3 entre Cruzeiro e Vasco neste domingo (15), no Mineirão, em Belo Horizonte (MG), o diretor de futebol cruz-maltino, Admar Lopes, pediu a palavra para criticar a arbitragem de Lucas Paulo Torezin (PR). Logo depois, porém, o técnico Renato Gaúcho apresentou visão bem diferente sobre o mesmo tema, exceto na discordância acerca dos onze minutos acrescidos pelo juiz.
— Venho em nome do Vasco falar que a atuação do Lucas Torezin hoje foi completamente inaceitável. Não é a primeira vez que ele nos apita em jogos fora de casa com essa tendência de árbitro caseiro. Há um lance claro para expulsão em falta no Tchê Tchê que ele sequer foi ao VAR, além de pênaltis claros no Robert Renan e no Andrés Gómez. Uma arbitragem caseira, até nas faltas bobas, e no final ainda dá onze minutos de compensação sem motivo. Lamento o futebol brasileiro ter arbitragens como essa. A era dos árbitros caseiros acabou nos anos 80, hoje isso é inaceitável — detonou o dirigente.
— Eu não costumo falar de arbitragem, mas acho que ele foi bem no jogo, só não entendi a quantidade de minutos acrescidos. Só ali que vi exagero. No mais, fez uma boa partida, não teve um erro grave que prejudicou a equipe do Vasco — disse o treinador.

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Outras respostas de Renato Gaúcho, técnico do Vasco
Visão do resultado:
— Em primeiro lugar, já dei parabéns ao meu time, pela entrega muito grande. A gente sabia que o Cruzeiro ia pressionar bastante a gente, até pela situação deles no campeonato. Não começamos tão bem, mas eles não tiveram tantas chances, fora o gol. Voltamos melhores no segundo tempo, conseguimos empatar e virar o jogo. Tomamos o empate e ainda conseguimos o terceiro gol. Infelizmente, tomamos o empate novamente nos acréscimos.
Otimismo com sequência do trabalho no Vasco:
— O que eu posso falar é dar os parabéns ao meu grupo, não é fácil enfrentar o time de muita qualidade do Cruzeiro aqui no Mineirão. Infelizmente, perdemos o Barros pela expulsão. Não é fácil. E mesmo assim conseguimos ainda virar o jogo antes de tomar o gol de empate. Poderíamos ter saído com os três pontos, mas pelas circunstâncias foi um bom resultado. É importante somar pontos fora de casa. A gente não teve muito tempo para treinar, jogou duas vezes sob meu comando e contra dois times que podem brigar pelo título. O time e os torcedores estão de parabéns. O torcedor está satisfeito pelo que a equipe tem produzindo, especialmente em termos de entrega.
Mudança de postura no segundo tempo:
— Nós tínhamos que jogar. A gente estava marcando, mas não estava jogando com a bola. Foi essa confiança que passei para eles no intervalo. Coragem para fazer as jogadas, o companheiro tem que dar as caras e os jogadores pisarem na área. A equipe se soltou um pouco mais, tanto que conseguimos a virada. No final, ficou aquele gostinho de que poderíamos ter vencido. Mas não vamos nos condenar, a gente enfrentou uma grande equipe, com um grande elenco, que logo vai sair do Z-4. Jogar com dez não é fácil, a gente procurou defender, tirar os espaços.
Substituição do trio ofensivo do Vasco:
— Com um jogador a menos, começaram a colocar jogadores de ataque. O Andrés Gómez já tinha amarelo, então tirei. O Nuno Moreira já estava bastante desgastado. Eu sabia que eles jogariam pelo lado, então praticamente fiz uma linha de cinco lá atrás. A gente fez a coisa certa, tanto é que até conseguimos mais um gol, mas infelizmente pecamos na marcação e tomamos o empate. O treinador tem que pensar, não adianta colocar um monte de homens na frente e permitir o dois contra um, dar espaço para o adversário. Tomamos três gols de cabeça, mesmo tentando evitar que essa bola chegasse na área. A gente está no caminho certo, não vai corrigir tudo da noite para o dia. É degrau a degrau. Com a ajuda do torcedor, vamos subir na tabela.
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