Vasco avança em negociações com Marcos Lamacchia para venda da SAF
Conversas com o investidor avançaram nos últimos meses

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Após a saída da 777 Partners do comando da Vasco SAF em maio de 2024, a diretoria do Vasco associativo assumiu o controle do futebol e iniciou uma busca cautelosa por um novo investidor. O nome que aparece como mais avançado nas negociações é o do empresário Marcos Faria Lamacchia.
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Conversas avançando para venda da SAF
Segundo o presidente Pedrinho, em entrevista concedida à ESPN Brasil em janeiro deste ano, um dos investidores que assinaram acordo de confidencialidade (NDA) está em estágio "muito mais adiantado" que os demais — e trata-se justamente de Lamacchia. Nenhum outro possível novo parceiro chegou tão perto de adquirir parte da SAF quanto Lamaccchia.
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As conversas acontecem desde 2025 e, internamente, são tratadas como positivas. Existe um forte indício que o Vasco possa ter um novo controlador para a SAF nos próximos meses, encerrando de vez o período de instabilidade iniciado com a crise da 777.

Quem é Marcos Lamacchia?
Marcos Faria Lamacchia tem 47 anos, é sócio-fundador e CEO da Blue Star, empresa de consultoria financeira e investimentos. Ele é filho de José Roberto Lamacchia, fundador do Banco Crefisa, e enteado de Leila Pereira, presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras.
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Pelo lado materno, Marcos é neto do banqueiro Aloysio de Andrade Faria, que integrou a lista de bilionários da Forbes e faleceu em 2020.
O desafio societário
Para assumir o controle majoritário da SAF vascaína, Lamacchia precisará negociar com duas frentes principais:
- A A-CAP, credora da 777 e atual detentora de 31% das ações;
- O Vasco associativo, que possui outros 30%.
- Os 39% restantes estão sob disputa em processo de arbitragem entre Vasco e A-CAP.
A A-CAP tornou-se acionista após executar dívidas da 777, recebendo as ações como pagamento. No entanto, a legislação americana impede que a seguradora atue como administradora de clube de futebol, o que a obrigaria a se desfazer da participação. A avaliação interna é de que a negociação da fatia de 31% tende a ser menos complexa.
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Cautela para evitar "uma nova 777"
A diretoria vascaína trata o processo com máxima precaução para evitar repetir os erros da parceria anterior. A crise envolvendo a 777 deixou passivos financeiros, insegurança jurídica e impactos esportivos que ainda reverberam no clube.
O discurso é de responsabilidade e diligência na escolha do novo parceiro. O objetivo é garantir capacidade de investimento, equilíbrio financeiro e governança sólida para recolocar o Vasco em uma trajetória sustentável dentro e fora de campo.
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