Yane Marques diz que COB mira nos jovens para colher frutos
Vice-presidente fala sobre a responsabilidade de tomar decisões que podem impactar vidas

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Yane Marques completará um ano na vice-presidência do Comitê Olímpico do Brasil (COB) no fim de dezembro. Ela, que sempre se acostumou a desempenhar em alto nível várias facetas enquanto pentatleta, precisou encontrar uma nova personalidade: a de dirigente esportiva. Ao lado do presidente Marco La Porta, começou a implementar o que acredita ser a chave do futuro para o esporte do Brasil. Mesmo com muitos desafios, aposta que o país verá resultados desse trabalho.
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— A gente está há um ano na gestão, com muitas conquistas de atletas, e atletas jovens. Para este ciclo, o que a gente pensa é cada vez mais intensificar esse movimento de uma nação esportiva. De incentivo aos jovens para praticarem esporte. A gente tem um pensamento de uma construção muito pé no chão. Esperamos colher bons frutos disso nos próximos três anos.

A vice-presidente também comemorou o retorno do Brasil ao pódio em mundiais de diversos esportes. Um exemplo é o taekwondo, onde o Brasil ficou oito anos sem medalhas olímpicas. Neste ano, fez campanha histórica com dois ouros (Maria Clara Pacheco e Henrique Marques) e duas pratas (Milena Titoneli e Netinho)
— A gente fica feliz demais com essas, é um resgate. Modalidades que já são muito fortes e que voltam a ter histórias e resultados expressivos. Nosso desejo é trabalhar com as confederações. É isso que a gente tem feito, identificando potenciais, colaborando para que os projetos e as ações de desenvolvimento de uma modalidade possam acontecer da forma mais assertiva possível.

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Yane Marques pentatleta ou gestora?
Yane vive agora "do outro lado do balcão". Como atleta, buscava resultados dentro das competições. Hoje, busca dar o apoio fora delas para que os outros atletas consigam performar. Um desafio e tanto já que uma decisão errado pode ter um impacto grande na vida de outras pessoas.
— Eu treinava sete horas por dia, era um desgaste muito físico, por mais que eu fosse uma atleta muito dedicada aos estudos das modalidades. Agora, é um desgaste muito psicológico, de estar pensando muito estrategicamente, tomando decisões, pensando bem no esporte. As nossas decisões impactam em muitas vidas, a gente tem muita responsabilidade, é um compromisso muito grande. Eu não conseguiria dizer o que é mais difícil, mas são duas frentes, uma que eu já me dediquei, e essa que estou me dedicando.
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