Um ano depois, desafio diferente para João Fonseca no Rio Open
Número 1 do Brasil volta ao torneio com apenas dois jogos na temporada

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O início de 2026 está longe de ser o que foi planejado por João Fonseca e sua equipe. Ao contrário das 16 partidas que fizera, ano passado, antes de chegar ao Rio Open, dessa vez o número 1 do Brasil volta ao torneio com duas derrotas em duas partidas na temporada. A competição começa na segunda-feira (16), no Jockey Club.
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Em 2025, o carioca, então aos 18 anos, começou o ano vencendo o Challenger de Canberra, na Austrália (cinco jogos, sem perder sets), na quadra dura. Duas semanas depois, furou o qualifying (três partidas) do Australian Open, no mesmo piso, e, na primeira rodada, conquistou a maior vitória da carreira até aqui (a primeira contra um top 10), desbancando o russo Andrey Rublev (vídeo abaixo), então nono do mundo, antes de perder na segunda rodada. Naquela época, o brasileiro era o 112º do ranking mundial.
A campanha australiana levou o número 1 do Brasil ao top 100 pela primeira vez (99º). Depois do Grand Slam em Melbourne, o carioca foi superado pelo francês Ugo Humbert (15º), fora de casa, também na quadra rápida, pela Copa Davis.
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Na segunda semana de fevereiro daquela temporada, o brasileiro se tornou, aos 18 anos, o mais jovem do país a vencer um ATP 250, justamente em Buenos Aires, onde ele foi derrotado nesta quarta-feira, na estreia.
O título na capital argentina levou o carioca a um salto para o 68º lugar do mundo. Dois dias após o triunfo sobre o anfitrião Francisco Cerúndolo na decisão em Buenos Aires, no entanto, João Fonseca já estreava no Rio Open. Mas acabou surpreendido pelo francês (e vice-campeão) Alexandre Muller, então 60º do mundo.
Dessa vez, além da derrota para o chileno Alejandro Tabilo, o número 1 do Brasil desembarca no Rio com outro revés na estreia na bagagem: diante do americano Eliot Spizzirri, no Australian Open.

João Fonseca busca ritmo
Se não vai chegar tão cansado quanto em 2025 ao Rio Open, agora João Fonseca, possivelmente como o 37º do mundo, volta ao torneio em busca de ritmo.
Sobre o revés de quarta-feira, o número 1 do Brasil fez uma análise com os pés no chão, como de praxe:
- Faltou um pouco, talvez, de convicção, de confiança. É seguir trabalhando, fazendo as coisas certas. Eu trabalho bastante. Se eu trabalhar bem, os resultados vão vir. Então, é seguir trabalhando de uma forma ou de outra. É seguir com a cabeça erguida. Obviamente, fico bravo comigo mesmo.

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