Eduardo Baptista planeja time do Sport equilibrado no Serra Dourada
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Jogar no Serra Dourada traz à memória dos torcedores do Sport boas lembranças. Aquelas do jogo que deu ao Leão o acesso à Série A de 2012. Mas para o treinador Eduardo Baptista e seus comandados, um dos aspectos que fica em evidência são as dimensões do campo. Um pouco maior que do que as Arenas e outros estádios que seguem o "padrão Fifa" nas medidas, a casa do Goiás pode parecer um fator a favor da equipe alviverde. Entretanto, Baptista conhece bem o terreno em que o Leão estará pisando. E sabe, também, a forma como a equipe da casa pode tentar utilizar esse aspecto como vantagem e como evitar que o Sport tropece nesta característica.
O campo do Serra Dourada tem 8.250 m² (110m x 75m), enquanto a Arena Pernambuco - onde o Leão mandou a maioria dos seus últimos jogos em casa - tem 7.140 m² (105m x 68m). O técnico rubro-negro preparou sua equipe para frear as cartas na manga da equipe de Goiânia.
- O Goiás é um time que sabe usar o Serra Dourada. Eu já trabalhei lá e a gente usava o "fator campo", que é um campo grande, a nosso favor. Também se trata de um time que trabalha muita inversão de jogo e precisamos ficar atentos para não sermos surpreendidos. O Goiás te leva para o lado direito para jogar a bola para o lado esquerdo e sair o cruzamento - disse.
Sabendo o que está por vir, o Sport se prepara para encarar esta situação. Entre as palavras chave estão "tranquilidade" e "equilíbrio".
- Não podemos sair de maneira precipitada e acabar tomando gol. Quando estivermos com a bola, vamos nos lançar à frente, aparecer. Quando estivermos sem a bola, temos que também que recompor. É ter o equilíbrio, escolher os jogadores com o melhor momento para que a gente monte um time forte e volte a vencer - explicou.
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