São Paulo reduz dívida em balanço, mas segue dependente de 'receitas extraordinárias'
Balanço do São Paulo foi reprovado em votação no Conselho Deliberativo

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O São Paulo divulgou o balanço orçamentário da temporada 2025. Lá, foi possível analisar pontos correspondentes à dívida do clube e outros gastos. O Tricolor fechou a temporada com uma redução de R$ 110 milhões na sua dívida total e registrou superávit de R$ 56 milhões nas contas.
Ou seja, o Tricolor fechou a temporada com a dívida em R$ 858 milhões, enquanto em 2024, havia fechado em R$ 968 milhões.
A receita operacional total do São Paulo saltou para R$ 1,073 bilhão em 2025, contra R$ 727,5 milhões no ano anterior. O principal motor desse crescimento foi o futebol, especialmente com R$ 283,7 milhões obtidos em vendas de atletas, R$ 245 milhões em direitos de TV e premiações, além de R$ 121,3 milhões em publicidade e patrocínios.
As despesas operacionais seguiram em patamar elevado, somando R$ 1,016 bilhão, praticamente estáveis em relação a 2024. Já a dívida patrimonial, representada pelo passivo a descoberto, caiu de R$ 595,7 milhões para R$ 536,2 milhões, uma melhora de cerca de R$ 59 milhões.
O clube encerrou o ano com R$ 23,9 milhões em caixa e equivalentes, valor semelhante ao registrado anteriormente, enquanto as contas a receber cresceram de forma expressiva e ultrapassaram R$ 1,4 bilhão entre curto e longo prazo, indicando receitas futuras contratadas.
Os empréstimos bancários, por sua vez, totalizavam cerca de R$ 277,6 milhões. Em resumo, o São Paulo apresentou avanço relevante em 2025, com aumento de receitas e redução do rombo patrimonial, embora ainda mantenha passivo elevado e dependência de receitas extraordinárias, principalmente com negociações de jogadores.

Balanço foi reprovado pelo Conselho; entenda o porquê
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou o balanço orçamentário da temporada 2025, o último da gestão Casares.
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Um dos pontos abordados foi a ressalva no balanço relacionada a cerca de R$ 11 milhões em saques. De acordo com a auditoria, não foi possível rastrear a totalidade desses valores, o que motivou a observação no documento. Parte desse montante, estimada em aproximadamente R$ 7 milhões, sem a apresentação dos devidos comprovantes.
Representantes do Conselho Fiscal apresentaram informações sobre auditorias realizadas em três cartões, vinculados a Julio Casares, Belmonte e Serginho. Segundo o relato, não foram encontradas irregularidades nos cartões de Belmonte e Serginho.
Já no caso de Casares, foram identificados cerca de R$ 500 mil em gastos pessoais, posteriormente reembolsados. Não houve detalhamento sobre eventuais critérios ou correções aplicadas nesse ressarcimento.
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