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Super Bowl LX: Seattle Seahawks busca o bi e exorcizar o fantasma do New England Patriots

Franquia de Seattle busca o segundo título e consolidar uma rápida reconstrução

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Rio de Janeiro (RJ)
Dia 08/02/2026
09:00
O Seattle Seahawks será o representante da NFC no Super Bowl LX (Foto: Steph Chambers/Getty Images/AFP (Photo by Steph Chambers / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)
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O Seattle Seahawks será o representante da NFC no Super Bowl LX e enfrenta o New England Patriots neste domingo (8) em busca do segundo Lombardi Trophy de sua história. Potência da Conferência Nacional, o time de Washington quer a revanche da derrota traumática sofrida para o mesmo rival há 11 anos e a consolidação de uma nova era vitoriosa.

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Fundado a partir da expansão da liga em 1974 e estreando em campo em 1976, o Seattle Seahawks construiu uma identidade única, marcada pela força de sua torcida — o "12th Man" — e por ser a única franquia a ter disputado finais de conferência tanto na AFC quanto na NFC. Sediado no barulhento Lumen Field, o time consolidou sua relevância nacional na década de 2010, período em que estabeleceu uma das defesas mais temidas da história da NFL e se tornou presença constante nos playoffs.

A franquia soma três participações anteriores em Super Bowls (XL, XLVIII e XLIX). O auge da equipe ocorreu sob o comando do técnico Pete Carroll, que, junto com o general manager John Schneider, montou a lendária defesa "Legion of Boom" e draftou o quarterback Russell Wilson. Esse núcleo liderou a equipe ao seu primeiro e único título na temporada de 2013, ao derrotar o Denver Broncos por 43 a 8, e ao vice-campeonato na temporada seguinte, justamente contra os Patriots, em uma das derrotas mais dolorosas da história do esporte.

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Entre 2012 e 2020, Seattle foi sinônimo de consistência, conquistando múltiplos títulos da NFC Oeste e jamais terminando com campanha negativa nesse intervalo. A equipe se caracterizou por jogos físicos e vitórias apertadas, mantendo-se competitiva por quase uma década inteira, até o desgaste natural do elenco campeão exigir mudanças drásticas.

O Seattle Seahawks foi campeão do Super Bowl XLVIII sobre o Denver Broncos (Foto: Rob Carr/Getty Images/AFP)
O Seattle Seahawks foi campeão do Super Bowl XLVIII sobre o Denver Broncos (Foto: Rob Carr/Getty Images/AFP)

Nova era

A dissolução do núcleo campeão começou a se acentuar na virada da década, com a troca bombástica de Russell Wilson para o Denver Broncos em 2022. A saída do quarterback, que foi o rosto da franquia por dez anos, marcou o fim da estabilidade ofensiva e forçou a equipe a buscar novas soluções, passando por um período de transição com Geno Smith como titular.

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Apesar de se manter "vivo" na briga por playoffs, o time estagnou em um nível intermediário. Em janeiro de 2024, após 14 temporadas históricas, Pete Carroll deixou o cargo de treinador principal e encerrou oficialmente a era mais dourada de Seattle. A saída do carismático treinador sinalizou para a torcida e para a liga que uma reconstrução profunda — cultural e tática — era inevitável.

A diretoria agiu rápido e apostou na juventude tática ao contratar Mike MacDonald, então coordenador defensivo sensação da liga, como o novo head coach em 2024. O foco voltou a ser a construção de uma defesa de elite. Paralelamente, o front office utilizou escolhas altas de Draft para rejuvenescer a linha defensiva e encontrar playmakers dinâmicos para o ataque, moldando o elenco à imagem de seu novo treinador.

Seahawks na temporada 2025/26

Com a saída de Geno Smith, rumo ao Las Vegas Raiders, os Seahawks contrataram Sam Darnold, que teve passagem de destaque no Minnesota Vikings, após ter uma carreira de irregular em outros times da liga. Na temporada, Seattle viveu uma ascensão meteórica na temporada 2025/26, retornando ao topo da NFC após superar as potências da conferência San Francisco 49ers e Los Angeles Rams. A equipe fechou a temporada regular com 13 vitórias e 4 derrotas, sendo cabeça de chave da Conferência Nacional.

O desempenho coletivo foi pautado pela agressividade defensiva. Os Seahawks terminaram o ano como a defesa número 1 da NFL em jardas cedidas e turnovers forçados, evocando as memórias da antiga "Legion of Boom". O esquema complexo de MacDonald anulou os principais ataques da liga, enquanto o ataque, focado no jogo terrestre explosivo de Kenneth Walker III e na versatilidade dos recebedores, controlou o relógio e os jogos.

Individualmente, o destaque ficou para a secundária liderada por Devon Witherspoon, que se tornou o pilar emocional e técnico do time. No ataque, a eficiência na red zone foi crucial para a campanha vitoriosa. A chegada ao Super Bowl LX contra os Patriots não é apenas uma chance de título, mas a oportunidade perfeita de exorcizar o fantasma da interceptação na linha de uma jarda ocorrida no Super Bowl XLIX, consolidando a nova identidade da franquia.

O Seattle Seahawks será o representante da NFC no Super Bowl LX (Foto: Steph Chambers/Getty Images/AFP (Photo by Steph Chambers / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)
O Seattle Seahawks será o representante da NFC no Super Bowl LX (Foto: Steph Chambers/Getty Images/AFP)

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