Destaque do Brasil no inverno, Pat Burgener faz show em Hall da Fama do COB
Esquiador marcou presença para representar deleção brasileira de inverno

Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina ficarão para sempre na história do esporte no Brasil. Após anos de espera, a medalha inédita finalmente veio com o ouro de Lucas Pinheiro – o que coloca em evidência as modalidades na neve em um país conhecido por seu clima quente e belas praias. Por isso, durante o Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB), outro grande nome da delegação brasileira marcou presença na cerimônia. E deu um show.
➡️ Tudo sobre os esportes Olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico
Além de atletas, Pat é artista. Ele compartilhou uma música que fez antes mesmo de viajar com a delegação do Brasil para a Itália. A letra da canção, inclusive, resume bem esse sentimento de gratição que reforça o famoso ditado de "nunca desista dos seus sonhos".
Veja vídeo do show de Pat
Nascido em Lausanne, na Suíça, e filho de mãe líbano-brasileira, ele tirou a cidadania brasileira no início de 2025 e conseguiu aprovação da Federação Internacional de Esqui e Snowboard (FIS) para competir pelo Brasil a partir desta temporada. Pat jdisputou duas Olimpíadas pelo país natal, mas chegou "para ficar" no Brasil – muito além de Milão-Cortina.
— Exatamente há um ano, estava na Suíça e decidi fazer uma transição de país. Muitos disseram que era loucura, perguntaram onde eu ia treinar. O Brasil tem uma vibe incrível. Foi um projeto maluco, por isso foi perfeito para mim. O esporte é uma coisa incrível. Ficar famoso, ganhar medalhas… mas o mais importante do esporte é ficar com os olhos e coração abertos. Nasci na Suíça, no frio, e agora estou aqui, onde minha mãe cresceu. Quero mostrar a todas as crianças que se você tem que acreditar, se você fica com a disciplina e paixão necessárias, tudo pode virar real — contou Burgener.
Homenageados no Hall da Fama do COB
A história do vôlei de praia brasileiro no cenário internacional passa diretamente pela trajetória de Ricardo Santos e Emanuel Rego. Donos de uma das parcerias mais vitoriosas da modalidade, os dois atletas ajudaram a transformar o Brasil em potência mundial e, agora, são homenageados pelo Comitê Olímpico do Brasil por suas contribuições ao esporte.
Além do vôlei de praia, O basquete e a vela brasileiros vivem um dia histórico nesta quarta-feira (8) com a cerimônia oficial do Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil. A honraria celebra a trajetória de Oscar Schmidt, Alex Welter e Lars Björkström – três dos maiores nomes da história do esporte mundial.
Os velejadores são homenageados como os campeões olímpicos brasileiros vivos mais velhos, símbolo de uma geração que abriu caminhos para a vela no país. Do outro lado, o COB consolida o legado de Oscar Schmidt como um dos maiores atletas da história do Brasil e um símbolo eterno do basquete mundial.
Recorde de delegação e presença no top-20
Desde o anúncio da convocação de 14 atletas mais um reserva para os Jogos, a participação brasileira já ficou na história. Até então, o recorde havia sido em Sochi 2014, com 13 atletas. Os resultados acompanharam o aumento de delegação: o Brasil esteve presente no top-20 de cinco provas em quatro modalidades diferentes. Nos Jogos de 2022, o país conseguiu apenas dois resultados dentro desta faixa.
É claro que o grande destaque ficou por conta de Lucas Pinheiro Braathen, que se tornou campeão olímpico no esqui alpino pela primeira vez, justamente quando representava as cores do Brasil. Com a medalha de ouro no slalom gigante, ele se tornou não apenas o primeiro brasileiro, mas o primeiro atleta sul-americano a subir ao lugar mais alto do pódio.

A conquista do ouro, a primeira medalha da história do Brasil em Olimpíadas de Inverno em 10 participações, colocou o país na 19ª colocação do quadro de medalhas geral, à frente de nações tradicionais como Polônia e Finlândia – mais um tabu quebrado.
Outra delas foi o bobsled, modalidade que o país mais disputou em Olimpíadas de Inverno, presente desde os Jogos de Albertville 1992. Desta vez, o Brasil conseguiu a classificação para sua segunda final olímpica do 4-man e superou seu desempenho em Pequim 2022, garantindo o 19º lugar, o melhor da história do país.
No gelo, o Brasil também figurou entre os melhores do mundo com a gaúcha Nicole Silveira, do skeleton. Ela terminou a competição em Cortina D'Ampezzo com a 11ª colocação, seu melhor resultado olímpico. Na neve, Patrick Burgener, 14º no snowboard halfpipe, e Augustinho Teixeira, 19º, também consolidaram a presença do país no top-20.
➡️Siga o Lance! no Google para saber tudo sobre o melhor do esporte brasileiro e mundial
⛷️ Aposte em seu atleta favorito!
*É preciso ter mais de 18 anos para participar de qualquer atividade de jogo de apostas. Jogue de forma responsável.

Tênis
Com Luisa Stefani em ação, veja os jogos de Wimbledon 2026 hoje (08/07)
Há 37 minutos
Vôlei
Ao vivo! Acompanhe Brasil x Japão pela VNL feminina
Há 2 horas
Copa do Mundo 2026
O que fazer em um dia sem jogo de Copa? Confira a agenda esportiva
Há 4 horas
Vôlei
Brasil x Japão na Liga das Nações: horário e onde assistir
Há 13 horas
Tênis
Djokovic avança e encara Sinner na semifinal em Wimbledon
Há 13 horas
Vôlei
Sem Tainara, Zé Roberto busca solução para a saída na reta final da VNL
Há 14 horasMais LANCE!

Guto Miguel se junta a João Fonseca e é confirmado em torneio no Maracanãzinho

VÍDEO: Piloto da F1 vai às lágrimas após guiar carro da 1ª vitória de Ayrton Senna

Brasil depende apenas de si para avançar à fase final da VNL; veja cenários

Diretor da F1 exalta Gabriel Bortoleto: 'Podem se orgulhar'

Brasil aposta no bloqueio em duelo contra o Japão na VNL

Sem João Fonseca, Brasil segue vivo em Wimbledon

Alex Poatan completa 39 anos com trajetória meteórica no UFC

CBV anuncia venda de ingressos para o Sul-Americano de vôlei; confira detalhes

COI interrompe suspensão da Rússia em eventos esportivos

Número 1 juvenil do mundo, Guto Miguel treina com Sinner em Wimbledon

Seleção Brasileira de Basquete segue invicta rumo à Copa do Mundo

McGregor e Holloway têm brasileiro como vítima em comum no UFC

Djokovic, Sinner e Naomi Osaka: os jogos de Wimbledon 2026 hoje (07/07)






