Haak 'aceita cidadania', mas recusa seleção brasileira

Fãs pedem naturalização da oposta sueca durante o Mundial

PorIsabella ZuppoSão Paulo (SP)
10/12/2025 13:15
Atualizado em 10/12/2025 13:33

Supervisionado porThiago Fernandes,
Isabella Haak durante jogo do Conegliano no Mundial de Clubes (Foto: Divulgação Volleyball World)
Isabella Haak durante jogo do Conegliano no Mundial de Clubes (Foto: Divulgação Volleyball World)

Isabelle Haak está há tempos "no radar" do torcedor brasileiro. Uma das melhores opostas do mundo, não tem chances de disputar grandes títulos por sua seleção, já que a Suécia não figura no top mundial. O Brasil, por sua vez, não tem um destaque mundial na posição desde a saída de Sheilla. Então o "projeto" seria unir o útil ao agradável.

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E a presença de Haak no Mundial de Clubes, disputado em São Paulo, trouxe a proximidade que os fãs precisaram. Em poucos dias, recebeu muito assédio e duas montagens de identidade brasileiras com seu nome.

— Sou brasileira de verdade agora! Mas jogar pela seleção brasileira, eu acho que não. Mas por um clube brasileiro, nunca se sabe o que pode acontecer - disse Haak.

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Ao longo da carreira, a oposta sueca já defendeu clubes na França, Itália e Turquia, como VakıfBank e Conegliano. Apesar desse vasto histórico, Isabella Haak nunca tinha vindo para o Brasil, terra da companheira de equipe e amiga de longa data Gabi Guimarães. A Suécia, vale ressaltar, não costuma se classificar para as edições regulares de torneios internacionais.

— Nós (Isabelle e Gabi) nos conhecemos há sete ou oito anos e jogamos juntas há quatro ou cinco anos. É uma amiga incrível, ela é uma pessoa incrível. Ela é super cuidadosa e trabalhadora. Ela é minha melhor amiga. É incrível ver a sua cultura e o seu país - completou.

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Sua experiência na américa do sul vem sendo positiva, com muita comida e passeios por pontos clássicos de São Paulo tendo como guia, a colega de equipe.

-Já tomei açaí mais de uma vez, brigadeiro e pão de queijo - disse Haak.

Isabella Haak durante jogo do Conegliano no Mundial de Clubes (Foto: Divulgação Volleyball World)

Disputa contra o Praia Clube

O Praia é o único time brasileiro no grupo do Conegliano. As equipes se enfrentam nesta quinta-feira (11), às 13h30 (de Brasília). Além disso, o Grupo B conta com o Zamalek, do Egito, e o Orlando, dos EUA.

-É normal que o público torça mais para o time da casa (Praia Clube), mas, para mim, qualquer tipo de atmosfera é boa, mesmo que não seja a nosso favor. Eu gosto de uma plateia braulhenta, vai ser legal - disse Haak.

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