Fundação de Hamilton doa bolsas para estudantes de engenharia negros na Inglaterra
Steven Naaba, Wesley Massumbukolt e Gerren Ntiri fazem parte do segundo grupo de estudantes beneficiado pela fundação

Lewis Hamilton segue aumentando seu legado como ativista na luta contra o preconceito e a desigualdade social fora das pistas. O heptacampeão mundial de Fórmula 1 confirmou a doação de bolsas de estudos da Universidade Oxford Brookes, na Inglaterra, para três estudantes negros de mestrado em engenharia automotiva.
A doação foi feita através da fundação criada pelo piloto em 2022, a Mission 44, apoiada pela Royal Academy of Engineering. O programa beneficiou os estudantes ingleses Steven Naaba, Wesley Massumbukolt e Gerren Ntiri. Eles fazem parte do segundo grupo de estudantes beneficiados pelo projeto e vão receber £ 28.000 — R$ 204 mil na cotação atual — para poder estudar.
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O objetivo do projeto liderado por Hamilton é aumentar a diversidade na Fórmula 1 e no esporte a motor britânico, além de aumentar a representatividade de negros na indústria no mercado do automobilismo.
Cinco dos 13 estudantes que receberam bolsas até agora escolheram a Oxford Brookes para estudar. De acordo com o site Oxford Mail, os cinco bolsistas do primeiro grupo criado já se formaram e estão trabalhando na F1 ou em outras categorias.
— Estamos muito orgulhosos de apoiar Wesley, Steven e Gerren em sua jornada para uma carreira no esporte a motor por meio desta oportunidade incrível com a Mission 44 e a Royal Academy of Engineering — disse Gordana Collier, chefe da Escola de Engenharia, Computação e Matemática da Oxford Brookes, ao Oxford Mail.
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— Além de acessar instalações e educação de ponta, eles se tornam parte de uma comunidade que impulsiona mudanças necessárias na indústria. Esperamos ver o impacto que esses estudantes terão no esporte a motor — completou.
— Estamos felizes em apoiar esse novo grupo de jovens engenheiros. Esse programa oferecerá oportunidades incríveis para conhecer representantes de muitas empresas da F1 e do automobilismo, e já vimos o sucesso do programa com os formandos do ano passado encontrando empregos no setor — afirmou o CEO da Royal Academy of Engineering, Hayaatun Sillem.
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