De que é feito o teto do Velódromo do Rio, que parece atrair incêndios
Instalação olímpica, na Barra da Tijuca, foi alvo do fogo nesta quarta-feira

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O incêndio desta quarta-feira foi o terceiro que atingiu o Velódromo do Rio de Janeiro, na Barra Olímpica. Em 2017, um ano após a inauguração, a arena (atingida por balões) também foi alvo do fogo, que também se espalhou pelo teto. Mas, afinal, de que é feito o telhado desse espaço que foi inaugurado às vésperas da Rio-2016?
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Acima do teto, há uma lã de cerâmica que é revestida por uma manta de TPO (Poliolefina Termoplástica) impermeabilizante. Trata-se de um produto de alta tecnologia, ideal para coberturas de grande porte e lajes, oferecendo durabilidade, alta resistência a raios UV, flexibilidade e vedação por solda térmica. Essa manta recebe um produto impermeabilizante que é para retardar o fogo. E embaixo da TPO tem a lã e, a seguir, o teto.
Bombeiro dá detalhes sobre o teto alvo do incêndio
Tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Fabio Contreiras acompanhou de perto o trabalho de 80 profissionais de 10 unidades da corporação no Velódromo. Sobre o teto da instalação olímpica, o militar disse:
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- É um material sintético. Não é possível afirmar que é um material inflamável, mas é um material como qualquer tecido. Ele tem uma parte que é feita de lã, uma parte mais espessa e uma parte mais externa que faz o isolamento da temperatura. É uma conjunção de substâncias químicas. É claro que o Corpo de Bombeiros sempre exige segurança nesse tipo de cobertura. As empresas são obrigadas a ter estruturas que retardam o incêndio, que protegem, mas o que a gente observa é que parte dessa lona se incendeia e ela cai, obviamente, em cima do segundo pavimento, principalmente do velódromo.
Em 2017, o incêndio, causado por um balão, no Velódromo do Rio provocou o adiamento do Campeonato Brasileiro de Ciclismo de Pista, que começaria em 30 de setembro e só teve início em 25 de novembro.

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