Brasil nunca esteve tão perto de voltar forte para F1; entenda motivos para isso
Após a vitória de Gabriel Bortoleto em seu ano de estreia na Fórmula 3, o público brasileiro tem expectativas por uma volta de um representante na elite do automobilismo

Após a conquista da Fórmula 3, Gabriel Bortoleto acendeu a chama da esperança do automobilismo brasileiro. Desde 2018, não temos um representante do Brasil na Fórmula 1. O último foi Felipe Massa, que terminou a temporada de 2017 na Williams.
Desde então, Pietro Fittipaldi - neto do bicampeão Emerson - disputou as provas de Sakhir e Abu Dhabi pela Haas em 2020, no entanto, substituindo Romain Grosjean, que na época havia sofrido um grave acidente. Por fim, Felipe Drugovich, participou do TL1 de Abu Dhabi, no último ano e recentemente em Monza.
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A base brasileira está cheia de talentos, isso é algo inegável, porém, o atual campeão da F3 despertou um interesse no público brasileiro, pois, em seu ano de novato, conquistou um grande feito e raro para a modalidade no país. O Lance! explica o motivo do Brasil estar perto de voltar forte para a elite do automobilismo.
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BASE BRASILEIRA NO AUTOMOBILISMO

A base do Brasil na modalidade nunca esteve tão cheia de talentos como nos últimos anos. E a criação e implementação da Fórmula 4 em 2022 - competição que tem intuito de levar os melhores jovens pilotos do país cheguem aos mais altos postos do automobilismo mundial - vai facilitar ainda mais a descoberta de pilotos. Antes disso, os brasileiros teriam que viajar para países da Europa, por exemplo, e continuar a carreira.
Atualmente temos nomes, além de Gabriel Bortoleto, que estão entre fortes candidatos a serem protagonistas da nação no automobilismo. Conheça abaixo.
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HÁ CHANCES DO BRASIL VOLTAR A FÓRMULA 1?
A resposta é sim, o Brasil pode voltar a Fórmula 1. No entanto, não é um processo rápido para chegar ao topo do automobilismo. O nosso país tem bons talentos, porém os pilotos precisam de investimentos para continuar crescendo na categoria, pois é um esporte caro.
Segundo o Business Sport, em uma pesquisa feita em 2020, um jovem que almeja chegar a F1 precisa estar preparando cerca de 6 milhões de euros (cerca de R$31 milhões na cotação atual) ao longo da carreira.
A grande promessa Felipe Drugovich tem chances de entrar no grid. Os motivos são ter vencido a Fórmula 2 em 2022, a alta visibilidade no país, patrocinadores e já ser reserva da Aston Martin.
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