Brasil lidera ranking da WSL feminina pela primeira vez na história
Luana Silva sube ao topo em nova final e conquista a Tríplice Coroa da Austrália

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Nem a derrota para a lendária australiana Stephanie Gilmore abalou Luana Silva nesta segunda-feira (4). Mesmo após uma dura final em Gold Coast, a brasileira tem motivo suficiente para celebrar: ela se tornou a primeira brasileira a liderar o ranking mundial da World Surf League (WSL). A próxima etapa, então, será disputada com a tão sonhada lycra amarela.
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A estreia da temporada, em Bells Beach, ficou marcada por uma eliminação precoce nas quartas de final. O que se viu na sequência, porém, é de se impressionar. A brasileira conseguiu emendar atuações de altíssimo nível que confirmaram a vaga para as duas finais seguintes, em Margaret River e Gold Coast.
Embora não tenha, ainda, conquistado a vitória, o título símbolo da Tríplice Coroa Australiana reforça que Luana segue um caminho de sucesso na WSL. Na liderança, a surfista filha de pernambucanos registra 20.345 pontos – a frente das norte-americanas Gabriela Bryan e Lakey Peterson, que aparecem, em segundo lugar, empatadas com 19.490.
A temporada de 2026 começou com o Brasil no topo e se manteve assim depois de três etapas. Ao fim da tríplice coroa da Austrália, a "Brazilian Storm" se destaca com a liderança do campeonato tanto no masculino quanto feminino. Dessa vez, no entanto, os campeões são os brasileiros Gabriel Medina e Luana Silva.
Brasileiros na terceira etapa da WSL
Para a surpresa geral, o Brasil abriu a etapa de Gold Coast com a eliminação do atual campeão mundial, Yago Dora, na primeira rodada – assim como Alejo Muniz e João Chianca. As adversidades se mantiveram nas oitavas finais com outros gigantes do surfe brasileiro: Italo Ferreira, Gabriel Medina e Miguel Pupo caíram. Apesar disso, a classificação do novato Mateus Herdy às quartas surpreendeu positivamente.
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Diferente de Margaret River, que tinha três brasileiros entre os quarto vivos na disputa, a terceira prova da temporada viu apenas um representante da "Brazilian Storm" chegar as semifinais. Após registrar as duas maiores combinações da WSL 2026 nas rodadas iniciais, Filipe Toledo não conseguiu superar o japonês Connor O'Leary e ficou fora da final.
Enquanto o Brasil domina o torneio masculino, a chave feminina tem apenas Luana Silva para levar a bandeira verde-amarela para os mares de todo mundo. E a brasileira brilha. Com alto nível técnico, a surfista foi a única do país a chegar as finais de Gold Coast, mas acabou derrotada para a australiana Stephanie Gilmore, que registrou uma onde quase perfeita.

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