Brasil estreia no skeleton nas Olimpíadas de Inverno; entenda o esporte mais radical do gelo
Com velocidade e coragem, Nicole compete em busca da primeira medalha do Brasil

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O Brasil vive um dos momentos mais empolgantes da sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026. Nesta sexta-feira (13), a gaúcha Nicole Silveira entra na pista para competir no skeleton, uma das provas mais impressionantes e desafiadoras do programa olímpico — e que já tem chamado atenção dos torcedores brasileiros por sua adrenalina e técnica.
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Confira a agenda das competições:
A estreia do skeleton feminino com as descidas iniciais de Nicole Silveira está marcada para 13 de fevereiro, com a fase decisiva no dia seguinte.
| DATA DAS COMPETIÇÕES | MODALIDADE/ETAPA |
|---|---|
13/02 - 12h e 13h48 (de Brasília) | Feminino – Descidas 1 e 2 |
14/02 - 14h e 15h44 (de Brasília) | Feminino – Descidas 3 e 4 (Final) |
📺 Onde assistir: Sportv2, GeTV (youtube) e CazéTV (youtube).
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O que é o skeleton?
O skeleton é um esporte de inverno radical, disputado de forma individual, no qual o atleta desce uma pista de gelo numa espécie de trenó muito baixo, deitado de bruços e com a cabeça à frente. A missão é simples, mas terrivelmente difícil: percorrer a pista no menor tempo possível.
A modalidade surgiu no final do século XIX, na Suíça, e seu nome "skeleton" vem do trenó que, segundo a história, lembrava um esqueleto humano quando foi projetado. Após aparições isoladas nas Olimpíadas de 1928 e 1948, o skeleton voltou definitivamente ao programa em 2002, em Salt Lake City.
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🛷 Uma competição radical e minuciosa
O skeleton é frequentemente comparado a outras provas de trenó como luge e bobsled, mas com diferenças claras: enquanto no luge o atleta desce de costas e no bobsled uma equipe pilota um trenó fechado, no skeleton o competidor mergulha de cabeça na pista, tornando o esporte visualmente impressionante e tecnicamente exigente.
- Formato: cada atleta realiza quatro descidas, divididas em dois dias de prova, e vence quem somar o menor tempo total.
- Largada crucial: os primeiros metros são determinantes — a corrida de impulso inicial (push start) pode decidir posições por centésimos de segundo.
- Velocidade: as descidas chegam a ultrapassar 140 km/h, com o corpo quase colado ao gelo.
- Equipamento: o trenó pesa até cerca de 38 kg no feminino e até cerca de 45 kg no masculino. Sem freios, os atletas controlam o percurso usando minúsculos movimentos do corpo.
- Segurança essencial: capacete e traje especial são obrigatórios, já que o rosto fica a poucos centímetros do gelo durante a prova.
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Chances reais de medalha
A atleta Nicole Silveira é o nome mais conhecido da modalidade no Brasil. Natural do Rio Grande do Sul, ela já acumulou três pódios em etapas da Copa do Mundo de skeleton e alcançou o quarto lugar no Mundial de 2025, o melhor resultado brasileiro da história em esportes olímpicos de inverno.
Nicole já tinha passado por Pequim 2022 e chega a Milão-Cortina com experiência e ambição — para muitos, uma das maiores chances de resultado marcante do Brasil nos Jogos de inverno de 2026.
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