Werdum relembra conquista do cinturão no UFC: 'Uma das lutas mais tranquilas'
Brasileiro teve duas passagens pelo Ultimate marcadas por altos e baixos

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Sem a confirmação oficial da mudança de Alex Poatan para os pesados, o Brasil não conta atualmente com representantes no Top 10 da divisão no UFC. Ainda assim, o país tem presença marcante na categoria até 120 kg graças a nomes que fizeram história no octógono — entre eles, o ex-campeão Fabrício Werdum.
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Werdum não brilhou apenas no Ultimate. Entre os homens, é o único peso-pesado a reunir os títulos de campeão mundial de jiu-jítsu, dono de cinturão no UFC e vencedor do ADCC. Em 2025, Mackenzie Dern alcançou o mesmo feito, dessa vez entre as mulheres, ao conquistar o título do peso-palha diante de Virna Jandiroba.
Altos e baixos no UFC
O início da trajetória de Werdum na organização foi cercado de incertezas. Após somar duas vitórias e duas derrotas, ele teve o contrato rescindido. A notícia, inclusive, não chegou diretamente ao lutador, que acreditou se tratar apenas de rumores.
— Foi um momento muito difícil. Cheguei a pensar em desistir ou fazer outra coisa, achando que aquilo não era para mim. Hoje sei que a culpa era completamente minha. Aquela derrota me fez percorrer um caminho de campeão e me motivou a evoluir no início da minha carreira — relembrou, em entrevista à Betnacional.
Depois da saída, o brasileiro assinou com a Strikeforce, onde atuou entre 2009 e 2011. No retorno ao UFC, levou cerca de dois anos para conquistar o cinturão interino dos pesados ao derrotar Mark Hunt. O capítulo mais emblemático, porém, foi a vitória sobre Cain Velasquez, em 2015, que lhe garantiu o título linear da categoria.
— Estava preparado. Foi uma das lutas mais tranquilas que tive, por causa do treinamento certo. Na encarada, a gente sente quando vai ganhar ou perder. A preparação traz essa confiança. E eu consegui vencer.
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Mesmo diante de lesões e adversidades ao longo da carreira, a competitividade sempre falou mais alto. Werdum seguiu enfrentando desafios até encerrar sua segunda passagem pelo UFC, consolidando-se como um dos maiores pesos-pesados da história do MMA brasileiro.
— Conquistar o cinturão é difícil, mas permanecer no topo exige ainda mais. Muitas vezes lutamos no limite, superando dores e obstáculos, porque a vontade de competir fala mais alto — afirmou.
Com uma trajetória construída à base de superação e títulos expressivos, Fabrício Werdum permanece como referência de resiliência para as novas gerações dentro e fora do octógono. Dessa vez, como embaixador da Betnacional, em um novo papel dentro do esporte.

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