menu hamburguer
imagem topo menu
logo Lance!X
Logo Lance!

Por onde anda Magno, ex-atacante do Flamengo?

Promessa no Brasil, carreira sólida na Europa e protagonismo em uma final épica.

Avatar
Lance!
São Paulo (SP)
Dia 13/02/2026
07:11
Magno Mocelin (direita) construiu carreira internacional sólida, com longa passagem pelo futebol europeu. (Gazeta Press)
imagem cameraMagno Mocelin (direita) construiu carreira internacional sólida, com longa passagem pelo futebol europeu. (Gazeta Press)

  • Matéria
  • Mais Notícias
Ver Resumo da matéria por IA
Magno Mocelin, nascido em 26 de fevereiro de 1974, começou a carreira no Flamengo e participou da final do Mundial Interclubes de 1995.
A partir de 1996, fixou-se no futebol europeu, destacando-se no FC Groningen com 19 gols em 48 jogos.
O auge de sua carreira foi no Deportivo Alavés, onde esteve na final da Copa da UEFA de 2001.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

Magno Mocelin, nascido em 26 de fevereiro de 1974, em Curitiba, representa um perfil muito específico do futebol brasileiro dos anos 1990: o atacante que não se consolidou como estrela no país, mas encontrou na Europa o ambiente ideal para construir uma carreira longa, respeitada e historicamente relevante. O Lance! conta por onde anda Magno.

continua após a publicidade

➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte

Revelado pelo Clube de Regatas do Flamengo, Magno surgiu como atacante promissor em um período de transição do clube rubro-negro. Em seguida, passou pelo Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, onde teve poucas oportunidades, mas participou de um momento simbólico: a final do Mundial Interclubes de 1995 contra o Ajax, convertendo uma cobrança de pênalti na disputa final.

A partir de 1996, sua carreira tomou rumo definitivo fora do Brasil. Diferentemente de muitos compatriotas que alternaram idas e vindas, Magno construiu quase toda sua trajetória no futebol europeu, atuando por clubes da Holanda, Espanha e Chipre ao longo de mais de uma década.

continua após a publicidade

Carreira como jogador: o auge longe do Brasil

A consolidação internacional começou no FC Groningen, onde Magno apresentou excelente aproveitamento ofensivo: 19 gols em 48 jogos, desempenho que chamou atenção do futebol espanhol.

O grande salto ocorreu em 1998, com sua contratação pelo Deportivo Alavés. No clube basco, Magno viveu o auge da carreira, permanecendo por seis temporadas consecutivas e tornando-se peça recorrente do elenco que viveu o período mais glorioso da história da instituição.

continua após a publicidade

O ponto máximo foi a final da Copa da UEFA de 2001, contra o Liverpool, uma das decisões mais memoráveis do futebol europeu. O Alavés acabou derrotado por 5 a 4 na prorrogação, em um jogo épico, e Magno foi expulso durante a partida — episódio que, longe de manchar sua imagem, o fixou definitivamente na memória coletiva do clube.

Após deixar o Alavés, ainda atuou pelo De Graafschap, retornando brevemente à Holanda, antes de encerrar a carreira no futebol cipriota, defendendo AC Omonia e AEK Larnaca FC.

Clubes em que Magno jogou

Ao longo de 15 anos como jogador profissional, Magno defendeu os seguintes clubes:

  1. Flamengo
  2. Grêmio
  3. Groningen (Holanda)
  4. Deportivo Alavés (Espanha)
  5. De Graafschap (Holanda)
  6. Omonia (Chipre)
  7. AEK Larnaca (Chipre)

No total, somou 368 jogos oficiais e 68 gols, com mais de 200 partidas apenas pelo Alavés — marca que o coloca entre os estrangeiros mais presentes da história do clube espanhol.

Por onde anda Magno?

Hoje, aos 51 anos, Magno (@magnomocelin) vive longe dos holofotes do futebol de elite, mas permanece ligado ao esporte. Após encerrar a carreira como jogador em 2009, passou a atuar como treinador, consultor técnico e orientador no desenvolvimento de atletas, compartilhando a experiência adquirida ao longo de 16 anos de carreira internacional.

Magno mantém presença discreta, porém constante, nas redes sociais, especialmente no Instagram, onde publica conteúdos ligados a futebol, formação de jogadores e bastidores da carreira profissional. Diferentemente de muitos ex-atacantes de sua geração, não buscou espaço na mídia esportiva, optando por atuação mais técnica e personalizada.

Sua trajetória ilustra um caminho menos celebrado no Brasil, mas altamente valorizado na Europa: o do jogador que não foi estrela nacional, mas construiu identidade sólida fora do país, tornando-se parte permanente da história de um clube e de uma geração do futebol europeu.

  • Matéria
  • Mais Notícias