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Gol direto do pontapé inicial vale? O que diz a regra sobre o início da partida

Sim, gol direto do pontapé inicial vale; a Lei 8 explicita que o gol é validado.

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Lance!
São Paulo (SP)
Dia 07/04/2026
07:30
Gerardo Bruna antes de marcar golaço do meio de campo pelo Dungannon
imagem cameraTime posicionado para o pontapé inicial: regra permite que a bola vá direto para o gol adversário, contando como gol. (Reprodução/Twitter)

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O gol direto do pontapé inicial é válido segundo a Lei 8 do futebol.
A bola entra em jogo assim que é chutada do ponto central, sem necessidade de outro toque.
Se a bola entrar no próprio gol do cobrador, o árbitro marca tiro de canto para a equipe adversária.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

Uma cena que causa polêmica toda vez que aparece em amistosos ou até em jogos oficiais: o cobrador do pontapé inicial chuta forte do meio do campo, a bola voa direto para o gol adversário e entra redonda, sem toque de ninguém. O debate imediato é: gol direto do pontapé inicial vale? A resposta está na Lei 8 – O Início e o Recomeço do Jogo, que regula justamente o pontapé inicial, o reinício após gol e o tempo extra. E a regra deixa claro que, em condições regulares, o gol vale sim.

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O que muitos torcedores confundem é pensar que o início do jogo demanda obrigatoriamente um toque de companheiro antes do gol. Mas a Lei 8, em versão em português divulgada por federações, explicita que a bola entra em jogo assim que o cobrador a joga do ponto central e ela se move, sem necessidade de outro toque. É nesse cenário que um gol direto do centro do campo passa a ser válido, desde que a trajetória vá para a meta adversária.

Gol direto do pontapé inicial vale?

O que diz a Lei 8 sobre o pontapé inicial

A Lei 8 define que o pontapé de saída é usado para iniciar a partida, a segunda etapa, o tempo extra e para reiniciar o jogo após cada gol marcado. Pelo texto oficial, algumas regras básicas devem ser respeitadas:

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  1. A bola deve estar parada sobre o ponto central do campo de jogo.thefa+1
  2. Após o sinal do árbitro, o cobrador chuta a bola, e ela entra em jogo quando se move claramente.
  3. Todos os jogadores, exceto o cobrador, devem ficar na própria metade do campo, e os jogadores da equipe adversária, a pelo menos 9,15 m da bola, até que ela entre em jogo.

Se o cobrador toca na bola duas vezes consecutivas sem que outro jogador a toque, o árbitro marca tiro livre indireto para a equipe adversária no local da infração. Isso, porém, não muda o fato de que, se a bola entra na meta adversária diretamente, o gol é válido.

Quando o gol direto é válido

A própria Lei 8, em versões de aplicação, inclui uma passagem didática que resolve a dúvida de forma direta:

  1. "Pode ser marcado um gol à equipa adversária diretamente a partir do pontapé de saída."
  2. Em outras palavras, se o jogador chuta do meio do campo, a bola vai direto para a meta adversária, entra sem tocar em ninguém e o lance não viola outras regras (como impedimento, por exemplo, já que o início do tempo não admite impedimento), o gol é aceito.

Na prática, o árbitro apenas marca tiro de canto para a equipe que sofreu o gol, se o tempo ainda estiver rodando, ou recomeça a partida com novo pontapé de saída, depois de validado o gol. Exemplos de gols de pontapé inicial, ainda que raros, aparecem em registros de amistosos e até em competições oficiais, quando a bola pega o ar e o goleiro chega tarde demais para evitar o golaço.

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O que acontece se a bola entrar na própria meta

O texto da Lei 8 também prevê o cenário oposto, quando o cobrador erra o alvo de forma extrema:

  1. "Se a bola entrar diretamente na baliza do executante, é concedido um tiro de canto a favor da equipa adversária."

Ou seja, se o jogador chuta o pontapé inicial e a bola, sem toque de outro jogador, segue direta para a própria meta, o gol não é contado. O árbitro não marca gol contra, não encerra o jogo; simplesmente marca tiro de canto para a equipe adversária, seguindo o fluxo normal da partida.

Em resumo, a regra moderna do futebol autoriza o gol direto do pontapé inicial, transformando o centro do campo em um ponto de ataque legítimo, desde que o executor siga o protocolo básico da Lei 8.

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