Copa do Mundo pode ganhar ainda mais visibilidade; entenda
Mundial será disputado em três países pela primeira vez e ainda atrai interesses

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A Copa do Mundo do ano que vem deve ganhar ainda mais exposição. A LFP Media é quem gere os direitos de transmissão das duas primeiras divisões da França, por meio da plataforma streaming Ligue 1+. E foi essa subsidiária quem apresentou uma proposta de € 20 milhões à Fifa para adquirir os direitos de transmissão de todo o Mundial do ano que vem no país. Isso segundo o jornal L'Équipe. O valor inclui € 18 milhões em direitos e € 2 milhões em custos de produção.
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Pelo modelo apresentado, a Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México teria 54 partidas exibidas em co-transmissão com a M6. A emissora francesa já garantiu esse pacote para a TV aberta do país. As demais partidas ficariam com a Ligue 1+, nas transmissões pagas.
O acordo teria sido comunicado aos clubes durante reuniões das Ligue 1 e Ligue 2, realizadas nesta quarta-feira, e aprovado por unanimidade. O contrato, inclusive, já estaria assinado, restando apenas a ratificação formal da Fifa.
Internamente, a operação é vista como estratégica para a Ligue 1+. A empresa busca reduzir o hiato de conteúdo no período sem jogos, quando a plataforma enfrenta quase três meses sem partidas do Campeonato Francês.
A publicação do L'Équipe, porém, revela que o movimento pode gerar reação da beIN Sports, tradicional detentora dos direitos das Copas do Mundo na França em parceria com um canal de TV aberta. O tema ganha sensibilidade adicional pelo fato de Nasser Al-Khelaïfi, presidente do PSG e do beIN Media Group, teria relação próxima com o presidente da Fifa, Gianni Infantino.
Em campo
O Brasil foi sorteado para o grupo C, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti.

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