Juan, Marquinho e Cavalieri

Juan, ao lado de Marquinho e Diego Cavalieri (Foto: Ana Clara Castro/Divulgação)

LANCE!
25/07/2019
18:39
Rio de Janeiro (RJ)

Foi um dia em que as crianças da Casa Ronald McDonald RJ guardarão com carinho na memória. Nesta quinta-feira, o ex-zagueiro Juan esteve na sede da instituição, para receber o certificado simbólico de McAmigo oficial da edição 2019 do Mc Dia Feliz, e resolveu marcar a data especial com uma surpresa a todas elas. Reuniu uma turma de peso do futebol carioca numa mobilização pela causa do câncer infantojuvenil. 

Os convocados pelo ex-jogador do Flamengo para a visitação à sede no Rio e às crianças foram Diego Cavalieri, goleiro do Botafogo, Marquinho, meia do Vasco, e Pedro, atacante do Fluminense - este esteve na casa na parte da tarde. Todos eles doaram uma camisa oficial autografada de seus respectivos clubes. A causa é das mais nobres, visto que o câncer infantojuvenil é o principal fator de morte por doença entre 0 e 19 anos.

- Hoje, realmente, é um dia muito feliz. Já frequento essa casa há muito tempo e, finalmente, consegui trazer um representante de cada time do Rio de Janeiro. Agora, com essa honraria de ser um McAmigo. Em causas como essa, de ajudar crianças que precisam de carinho, auxílio e atenção, não tem essa de rivalidade. Somos todos um só. A sociedade tem que se abraçar, se mobilizar, fazer a sua parte, por aqueles que necessitam - disse Juan.

Sensibilizado com o gesto de Juan, Cavalieri, Marquinho e Pedro, que levaram alegria as mais de 50 crianças e acompanhantes da Casa Ronald McDonald RJ, Carlos Neves, gerente de Desenvolvimento Institucional, chegou a comparar a vida das crianças que lá são assistidas a dos jogadores de futebol.

- A vinda do Juan aqui é sempre um prazer. Prestamos essa homenagem a ele por tudo o que ele representa pra casa. Ele é mais do que um McAmigo, é um grande amigo. Está sempre presente. Hoje, conseguiu algo mágico: reunir jogadores dos quatro grandes clubes do Rio. O jogador tem uma história muito parecida com a das pessoas que estão aqui, de superação, de batalha no dia a dia. As crianças vêm para o hospital como o jogador vai para o treino. A quimioterapia é como se fosse uma partida e o campeonato, a cura. Então, cada uma delas se identifica muito com o jogador. Esse efeito é especial. O pouco tempo que eles ficam aqui representa muito para as crianças. Essa vida de superação do atleta serve de apoio e motivação.

Juan e Pedro
Pedro foi ao local à tarde (Foto: Ana Clara Castro/Divulgação)