Empresa fatura R$ 100 milhões com nova proposta em estádios no país
Soccer Hospitality atua em oito praças, e CEO se diz 'sócio' de clubes

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A experiência em estádios no país esquentou o debate nos últimos anos sobre serviço, conforto e, principalmente, segurança em jogos de futebol. De olho em tal oportunidade no mercado para um novo jeito de torcer e viver a cultura de torcida, a empresa Soccer Hospitality vem se destacando nas praças pelo país e faturou R$ 100 milhões.
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A empresa atua no Estádio Nilton Santos (Firezone), Morumbis (com o Camarote dos Ídolos), Neo Química Arena (Fielzone), Allianz Parque (Fanzone), Vila Belmiro (Boteco Santista), Arena do Grêmio (Imortal Sports Bar), Fonte Nova (Esquadrãozone) e no Estádio dos Aflitos (Timbuzone), e prepara o Sportzone, na Ilha do Retiro. A empresa também é responsável pelas operações de camarotes fora do futebol, como o Terrace One, na Formula 1 em São Paulo, e o Lounge SpeedZone que esteve presente na MotoGP na etapa de Goiânia (GO) em março.

CEO da empresa, Léo Rizzo falou ao Lance! sobre a inovação. Ele vê o negócio como uma espécie de sociedade com os clubes.
— Falamos em um dos principais estádios de futebol do país, que carrega toda uma história e serve de casa para um dos maiores clubes brasileiros. Pensar além da caixinha é fundamental para potencializar a experiência do torcedor. Estamos muito empolgados com essa parceria e muito felizes por todas as ativações que o público encontra no FireZone — destacou o executivo.
Um dos grandes sucessos da empresa é o Firezone, no Nilton Santos, casa do Botafogo. O espaço foi inaugurado em 2023, com 1.000m², e pode receber até mil torcedores do Alvinegro após investimento de cerca de R$ 2 milhões.
A proposta inclui serviço de bebida e comida liberados, presença de ídolos, shows, visão privilegiada do gramado, podendo entrar quatro horas antes e sair uma hora após o apito final.

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No último ano, a empresa faturou R$ 100 milhões, 24% acima do registrado em 2024. Para este ano, a projeção de crescimento está na faixa de 10% a 14%, em uma receita que pode ultrapassar R$ 110 milhões. Léo Rizzo explicou o modelo e a relação com os clubes.
— O nosso modelo é diferente porque eu não sou inquilino do estádio como muitos camarotes são. Eu não pago aluguel. O clube é meu sócio. Eu sou sócio do Corinthians, do Santos, do Grêmio, do Botafogo… porque assim eu gero mais rentabilidade para o clube e, em contrapartida, eu consigo expandir o espaço — explicou.
Contou como funciona a parceria com o Botafogo.
— Eu construo camarotes em áreas que eram ociosas dentro do estádio, espaços que abrem poucas vezes no ano. Então, eu não tiro a melhor cadeira do torcedor. Eu pego um espaço que não estava gerando receita e transformo aquilo numa operação que, no fim da temporada, pode representar financeiramente o equivalente a três ou quatro jogos de lotação média — concluiu.
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