Luisão e Jorge Jesus - Benfica

Luisão teceu muitos elogios à Jorge Jesus e falou sobre as ambições do Benfica na próxima temporada sob o comando do português (Foto: Divulgação)

LANCE!
28/08/2020
18:12
Lisboa (POR)

Nesta sexta, o ex-zagueiro Luisão, que é o atual diretor de futebol profissional do Benfica, participou do programa 'Seleção SporTV'  e analisou o retorno do técnico Jorge Jesus ao clube português. Ele também comentou sobre o trabalho realizado pelo comandante durante sua passagem pelo Flamengo.

– Sou fã incondicional do Jorge Jesus. Quando ele foi para o Brasil, eu estava muito confiante do que ele iria fazer, e foi espetacular. Ele voltou maior para o Benfica. Ele sempre diz que o Flamengo é muito grande, e ele conquistou fãs aí no Brasil – disse.

Ao longo da entrevista, o antigo capitão do Benfica destacou a sua experiência como dirigente e salientou as ambições do clube para a próxima temporada com Jorge Jesus à beira do campo. 

– Eu gostaria de ver mais ex-jogadores envolvidos no processo dos clubes. Comecei há dois anos como embaixador, e foram anos de muito aprendizado. Estamos concluindo a terceira semana com o Jorge Jesus, e está sendo incrível. Estou aprendendo muito. Aprendi como atleta e agora fora do campo também. O projeto do Benfica é se consolidar cada vez mais, voltar a ganhar títulos e criar um alicerce na Europa – acrescentou

Por fim, Luisão teceu muitos elogios ao trabalho do treinador português no Brasil e criticou as comparações com treinadores brasileiros, que ocorreram constantemente durante a passagem de Jesus pelo país. 

– No Brasil, a gente perdeu um pouco esse tempo e desgaste de ensinar, buscar a perfeição. Desde que eu cheguei aqui e trabalhei com o Jesus, e agora vendo a maneira como ele constrói a equipe, ele gasta bastante tempo ensinando, corrigindo movimentos, fazendo questão de fazer um trabalho de excelência. Eu acho que a gente extrapola na comparação de treinadores brasileiros e estrangeiros. A evolução faz parte do futebol, e nós, brasileiros, temos que receber os treinadores de fora da mesma forma que recebemos os brasileiros – finalizou