Arsenal sofre com lesões e queda brutal de produção ofensiva entre março e abril
Gunners sofrem na reta final de temporada, mas sonham com Champions e Premier League

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Protagonista na Inglaterra e na Europa entre agosto e fevereiro, o Arsenal sofre com uma queda brutal de rendimento, mas principalmente ofensiva nos últimos dois meses. Essa questão se reflete em campo, como na derrota da decisão da Copa da Liga Inglesa para o Manchester City, na eliminação nas quartas de final da Copa da Inglaterra para o Southampton e com o risco de perder Premier League e Champions League na reta final da temporada.
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Nos últimos dois meses, o Arsenal realizou 14 partidas, mas marcou apenas 16 gols nesse período. Na média, a equipe de Mikel Arteta tem feito um pouco mais de um gol por jogo, o que é bem pior em relação ao que o time do norte de Londres vinha apresentando no início da temporada. Uma das razões que explicam essa baixa produção ofensiva são lesões de jogadores considerados chaves, como Saka, Odegaard e Timber.
Entre março e abril, Odegaard e Timber desfalcaram o Arsenal em nove ocasiões cada um por conta de lesões. No último mês, Bukayo Saka não esteve presente em cinco dos sete jogos feitos pelos Gunners. São jogadores titulares e chaves na organização da equipe de Mikel Arteta, que impressionou o mundo da bola com um início de temporada muito forte.
Na Premier League, Odegaard e Timber lideram as estatísticas de assistências do Arsenal com cinco passes para gols cada um ao lado de Declan Rice e Trossard. Por outro lado, Saka aparece em 6º lugar dentre os maiores garçons dos Gunners com três ações diretas que resultaram em gols de seus companheiros, segundo dados do "Sofascore".
Esses números dizem que Odegaard, Timber e Saka produziram 29,5% das assistências do Arsenal no Campeonato Inglês. Sem os três jogadores, a equipe de Mikel Arteta sofre na criação de jogadas e, consequentemente, produz números mais modestos do ponto de vista ofensivo. Além disso, o trio marcou 10 dos 64 gols dos londrinos na Premier League.

Como foi a produção ofensiva do Arsenal entre agosto e fevereiro?
No início da temporada, o Arsenal não sofria com lesões e conquistou grandes campanhas no início da Premier League e Champions League. Entre agosto e fevereiro, os Gunners tiveram uma média superior a dois gols marcados por partida em cada um dos sete primeiros meses de 2025/2026.
Em meio a essa grande fase ofensiva, a equipe de Mikel Arteta disputou 43 partidas, tendo 33 vitórias, oito empates e apenas duas derrotas. Esses números revelam um aproveitamento de 82,9% dos Gunners no início da temporada, que liderava a Premier League e havia encerrado a fase de liga da Champions com a 1ª colocação assegurada.
No entanto, o Arsenal sofreu entre março e abril. Em 14 jogos, a equipe conquistou sete vitórias, três empates e quatro derrotas, o que representa um aproveitamento de 57,1%. Nesse período de lesões e queda de produção ofensiva, os Gunners tiveram o dobro do número de reveses em relação aos sete primeiros meses da temporada, em que só haviam perdido duas partidas.
O que está em jogo na reta final da temporada?
No Campeonato Inglês, o Arsenal ainda depende apenas de si em uma disputa ponto a ponto com o Manchester City. Os Gunners têm três pontos de vantagem sobre a equipe de Pep Guardiola, mas os Citizens possuem uma partida a menos a ser disputada no mês de maio.
Se ambos os clubes ganharem todos os seus confrontos em maio, as equipes encerrariam suas campanhas na Premier League com 85 pontos. E como o Campeonato Inglês seria decidido? O primeiro critério de desempate é o saldo de gols.
Com um jogo a mais, o Arsenal tem um saldo de 38 gols em seu favor contra 37 do Manchester City. Dessa forma, a equipe do norte de Londres precisa reencontrar o caminho dos gols para vencer seus jogos e, em caso de necessidade, superar o grande rival da temporada no critério de desempate.
Na Champions League, os ingleses precisam de uma vitória simples sobre o Atlético de Madrid após o empate em 1 a 1 no jogo de ida, na Espanha. O Arsenal pode retornar a uma final de Liga dos Campeões pela primeira vez em 20 anos e buscar o inédito título continental contra o vencedor de Bayern de Munique e PSG, que disputam uma vaga na decisão na outra chave.
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