Verstappen descarta cargos na gerência da F1 após aposentadoria
Por outro lado, tem outros planos e ideias para a liga

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Aos 31 anos, Max Verstappen descartou qualquer plano de assumir cargos administrativos na Red Bull após a aposentadoria. O holandês pôs fim aos rumores sobre uma futura função de gestão em Milton Keynes, afirmando que não possui interesse em trocar o cockpit pelos escritórios da equipe.
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— Eu gosto de estar na F1 como piloto, não acho que voltaria à F1 em uma função administrativa, digamos assim. Por exemplo, um dos meus objetivos é trazer um piloto de simulador para o mundo real. Isso já aconteceu este ano e ele está indo muito bem. Eu só quero tentar desenvolver esse projeto naturalmente, porque é definitivamente algo que eu gosto muito — comentou.
Embora seu contrato com a Red Bull vá até o fim de 2028, Verstappen deixou em aberto a possibilidade de uma saída precoce, caso não se adapte às novas regras de motores de 2026. Para o piloto, a competitividade é o único combustível que o mantém no grid.
— Estou aqui apenas para vencer. Não estou aqui apenas para participar, porque isso, para mim, não é sustentável e deixa de ser divertido — concluiu.

Russell projeta briga por título da F1 com Verstappen e Norris
Após a primeira semana de testes em Barcelona, na Espanha, George Russell pôde experimentar o novo carro da Mercedes e revelou estar "ansioso" para as batalhas contra Max Verstappen e Lando Norris.
— Eu quero competir diretamente com Max e, obviamente, Lando teve uma ótima temporada no ano passado. Mas isso não acrescenta mais pressão. Acho que os fãs e a mídia esperavam um confronto direto entre Mercedes e McLaren, muito por conta da expectativa de que a Mercedes teria, claramente, a melhor unidade de potência — disse Russell ao ser questionado sobre seu principal objetivo no ano.
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