Rivellino aponta falta de jogadores disponíveis para Copa: 'Infelizmente'
Campeão mundial e narrador de dois títulos falam sobre atual Seleção Brasileira

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Como aquecimento da N Sports para a Copa do Mundo, o sexto episódio de "Campeão do Mundo com Galvão" continua o papo com Rivellino, campeão em 70, que se mostrou preocupado com o momento da Seleção, mas acredita que pode ter sucesso mesmo chegando com desconfiança, repetindo os triunfos do Tri, Tetra e Penta
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Programas temáticos para Copa do Mundo
Nesta terça-feira (28) o sexto episódio do "Campeão do Mundo com Galvão" foi lançado, programa especial em que o narrador conversa com convidados que têm propriedade para falar sobre o que é ser campeão. A atração também foi exibida em versão mais curta dentro do programa Galvão FC, transmitido pelas emissoras parceiras.
O convidado da vez é Roberto Rivellino, o "patada atômica", tricampeão na Copa de 1970, um dos remanescentes da maior Seleção de todos os tempos, jogando ao lado de Pelé. O ex-jogador é tão especial para o futebol brasileiro, que Galvão dedicou dois episódios ao craque que jogava no meio-campo e na ponta esquerda com a mesma maestria.
Opinião de craque
No primeiro episódio, o ex-atleta relembrou histórias do tricampeonato e comentou das possibilidades de Neymar ir para a Copa. Já na segunda parte da conversa, se mostrou preocupado com a falta de jogadores de qualidade garantidos há menos de um mês da convocação de Carlo Ancelotti:
- Chegando desacreditado, tem possibilidades de dar certo. Se acontecer como nas outras copas, é o futebol brasileiro. Não estou falando que o time está descartado, mas está difícil. A preocupação é por estarmos muito perto de uma Copa. Lá atrás, tinha 30 ou 40 convocados e tinha mais 20 que poderia convocar. Hoje, infelizmente, não tem 24 para convocar. Ainda não sabemos quem vai. A única coisa que discordo é convocar jogadores de confiança, mas que nem jogando estão. Tem que convocar os melhores, o momento é hoje - apontou Rivellino.
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No sexto episódio ao lado de Galvão Bueno, Riva falou da emoção que sente quando relembra que é o ídolo de Maradona e da emoção de conviver com Pelé na maior Seleção de todos os tempos. Além disso, relembrou as campanhas das Copas de 74 e 78 e de ter atuado pelo Corinthians e Fluminense.
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