Matheus Pinheiro comenta saída da ESPN e projeta jogos decisivos da NFL
Narrador trabalhou no canal durante sete anos

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O ciclo do narrador Matheus Pinheiro na ESPN chegou ao fim neste mês de janeiro de 2026. Após sete anos de trabalho na emissora esportiva, o locutor foi desligado. Ao Lance!, o comunicador comentou a saída e contou como foi a experiência no canal.
Durante o período na emissora, Matheus Pinheiro se destacou principalmente pelas narrações dos esportes americanos. O locutor destacou que as oportunidades nas modalidades o fizeram crescer como profissional e descobrir novas paixões.
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— Avalio o período como o tempo de escola. Ali eu cresci, aprendi e tive oportunidades incríveis. A ESPN pra sempre vai fazer parte da minha vida, afinal, sempre fui e sempre vou ser um fã de esporte. Mas vou poder me orgulhar de dizer que fez parte da minha carreira. Eu consegui não só realizar sonhos, mas também descobrir novas paixões — disse o narrador, antes de completar.
— Eu hoje posso dizer que não posso ficar sem ver hóquei no gelo. Aliás, estou bem ansioso pra essa Olimpíada, jogos de beisebol, tênis… Ter a chance de ter narrado três Stanley Cups, jogos de playoff históricos da MLB, todos os Grand Slams, enfim. Foi um dos períodos mais felizes da minha vida — concluiu.
Livre no mercado, Matheus não entrou em detalhes sobre os próximos passos na carreira. Apesar disso, não escondeu o desejo de continuar trabalhando com o que mais ama. Desde a saída da ESPN, ele tem narrado jogos de futebol pela NSports e trabalhado pelo portal Grande Prêmio, especializado em Fórmula 1.
Passagem pela ESPN
Matheus Pinheiro entrou na emissora quando ainda tinha 21 anos. Em processo de formação, ele foi fruto de uma aposta dos canais esportivos e passou a ganhar destaque nas narrações dos esportes de destaque nos Estados Unidos.
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Na voz dele, os fãs de esporte acompanharam jogos marcantes da NHL (liga de hóquei no gelo), NFL (liga de futebol americano) e MLB (liga de beisebol). O narrador também teve a oportunidade de eternizar a voz em transmissões futebolísticas do canal, como a cobertura da Premier League, cargo chefe da emissora.
Após sete anos de trabalho, a ESPN optou por desligar o profissional. A saída dele foi sentida pelos telespectadores do canal, que chegaram a lamentar o ocorrido nas redes sociais.
Finais de conferência da NFL
Este domingo será marcado pelas finais de conferência da NFL, entre Seattle Seahawks e Los Angeles Rams, e Denver Broncos e New England Patriots. Especialista no assunto, Matheus Pinheiro analisou os duelos que vão definir os dois times que estarão no Super Bowl.
- Pra mim, Seattle tem um passo a frente dos demais. Mas isso tem um "e se", e isso representa a defesa fazer a sua parte e o time correr bem com a bola. Sem o Zach Charbonet, Seattle vai ter uma missão em concentrar o jogo terrestre 100% no Kenneth Walker. Se der certo, o peso em cima do Sam Darnold diminui e aqui ele tem que ser o quanto menos exigido. Não vejo ele ser capaz de decidir um Super Bowl sozinho, mas o momento do time é melhor em relação aos demais. Os Rams tem um Stafford experiente, que nesse momento está oscilando e está um pouco impreciso, mas ainda tem o poder de decidir o jogo em um passe como foi na prorrogação contra Chicago numa terceira descida posicionando o chute da vitória - começou Matheus, antes de encerrar.
- Do outro lado, Denver sem o Bo Nix perde mais da metade do que o ataque pode produzir. A volta do J.K. Dobbins pode trazer dúvidas aos Patriots sobre como Denver vai usar o seu comitê de corredores. Vejo o R.J. Harvey sendo importante recebendo passes curtos e screens, ele é muito bom no jogo aéreo. E quanto ao Stdiham, ele pegou uma tremenda bucha mas tem o apoio da comissão técnica e terá uma OL saudável para ajudar. O arroz com feijão talvez seja o necessário caso o jogo terrestre funcione. A defesa foi uma das três melhores da temporada, mas precisa produzir turnovers, caso contrário, Drake Maye tem como correr com a bola e isso pode criar problemas. Vejo New England favorito, mas acho que o caminho passa pela tranquilidade do Stidham e o jogo terrestre de Denver funcionar ou não. O Maye precisa segurar menos a bola para não ter o risco de sofrer um turnover e a defesa contra corrida foi um ponto negativo e que pode ser o que mais pode ajudar Denver - completou.

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