Após presença em jogo do Flamengo, ex-goleiro Bruno esclarece situação na Justiça
Ex-jogador compareceu à Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio

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O ex-goleiro Bruno Fernandes compareceu à Vara de Execuções Penais (VEP) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para regularizar seu benefício de livramento condicional. A apresentação ocorreu nesta quarta-feira (11), após a Justiça ter intimado o ex-jogador com prazo de cinco dias para comparecer, sob risco de ter mandado de prisão expedido.
A intimação foi necessária porque o órgão constatou que todas as comunicações enviadas ao ex-goleiro haviam retornado sem sucesso. Bruno não havia comparecido à cerimônia oficial de concessão do livramento condicional para formalizar a progressão de regime. Na última semana, ele assistiu ao jogo do Flamengo contra o Internacional.
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Em vídeo publicado no Instagram, o ex-goleiro afirmou que a situação foi resolvida. "Tudo está esclarecido", declarou Bruno. Ele detalhou sua visita às instituições judiciais:
- Estive no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para poder atualizar -- o que já estava atualizado -- o meu endereço. Estive na VEP, onde tive a informação que estava tudo certo. Estive também no Patronato, em Neves, em São Gonçalo, onde também estava tudo certo. Quero deixar esse vídeo gravado - disse.
Na decisão que estabeleceu novo prazo para Bruno oficializar o benefício, o juiz determinou a interrupção da contagem do cumprimento da pena no período entre a concessão do livramento e sua oficialização. A defesa do ex-jogador contestou essa determinação judicial.
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Os advogados argumentam que Bruno "vem cumprindo regularmente a determinação judicial de comparecimento mensal para assinatura do PMT, sem qualquer intercorrência ou descumprimento". A equipe jurídica também afirma que o ex-jogador "cumpriu integralmente, por três anos, todas as condições que lhe foram impostas pela Justiça".
O ex-goleiro está em liberdade condicional desde janeiro de 2023, após ter progredido para o regime semiaberto em 2019. O caso aconteceu após a VEP verificar que Bruno não havia formalizado adequadamente seu livramento condicional, apesar de estar usufruindo do benefício há mais de três anos.
Bruno foi condenado em 2013 a 23 anos e 1 mês de prisão pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver de sua ex-namorada Eliza Samudio, desaparecida em junho de 2010. A modelo, mãe do filho do goleiro, foi assassinada em Minas Gerais, mas seu corpo nunca foi encontrado.
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