Fluminense fará representação na CBF após anulação de gol contra o Coritiba
Diretoria do clube baseia a sua reclamação na alegação de falta de critério por parte do árbitro

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O Fluminense protocolará uma representação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para contestar a anulação do gol de Kevin Serna durante o empate por 1 a 1 com o Coritiba. A partida ocorreu no último sábado (4), no Couto Pereira, em confronto válido pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.
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O presidente do clube carioca, Mattheus Montenegro, comparecerá presencialmente à sede da entidade para registrar a queixa durante a reunião semanal de arbitragem, encontro realizado às segundas-feiras com a participação dos dirigentes das equipes da Série A.
A diretoria do Fluminense baseia a sua reclamação na alegação de falta de critério por parte do árbitro gaúcho Rafael Rodrigo Klein na condução da partida. O sentimento de insatisfação nos bastidores do clube foi agravado pelo impacto direto do resultado na tabela de classificação, já que a anulação do lance impediu uma possível vitória, resultado esse que colocaria o Tricolor Carioca na liderança provisória do Campeonato Brasileiro.
A jogada objeto da contestação aconteceu aos 16 minutos do primeiro tempo. Após uma cobrança de escanteio pelo lado direito do campo de ataque, Maicon desviou a bola de cabeça e Kevin Serna finalizou para superar o goleiro Pedro Rangel.
O árbitro da partida foi acionado pelo VAR para revisar a jogada no monitor posicionado à beira do gramado. Após a análise das imagens, a equipe de arbitragem decidiu anular o gol, assinalando uma falta cometida por Castillo sobre o atleta Sebastián Gómez na origem do lance.

Explicação da Comissão de Arbitragem
A Comissão de Arbitragem da CBF divulgou a análise técnica e o áudio da atuação do árbitro assistente de vídeo neste domingo. O material disponibilizado pela entidade justifica a anulação do gol com base na identificação de uma infração durante a Fase de Ataque (APP).
A decisão fundamentou-se na aplicação da Regra 12 do futebol, que orienta a marcação de tiro livre direto quando um atleta segura o adversário ou impede a sua movimentação através de contato físico. O protocolo do VAR autoriza a intervenção para auxiliar o árbitro de campo em situações de revisão de gol em que ocorra uma infração cometida pela equipe atacante na construção da jogada.
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