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Augusto Melo e ex-dirigentes do Corinthians são indiciados no caso VaideBet

Inquérito foi concluído pelas autoridades e será enviado ao Ministério Público

Augusto Melo - Corinthians - VaideBet
imagem cameraAugusto Melo foi indiciado pela Polícia Civil (Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians)
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Ulisses Lopresti
São Paulo (SP)
Dia 22/05/2025
20:18
Atualizado há 1 minutos

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A Polícia Civil de São Paulo indiciou Augusto Melo, presidente do Corinthians, Marcelinho Mariano, ex-diretor administrativo, e Sérgio Moura, ex-superintendente de marketing, além de Alex Cassundé, dono da Rede Social Media Design LTDA, por lavagem de dinheiro, associação criminosa e furto qualificado no caso que apura irregularidades no contrato entre a casa de apostas "Vai de Bet" e o clube alvinegro.

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Noticiado pela 'Gazeta Esportiva' e confirmado pelo Lance!, O relatório final do delegado será enviado ao Ministério Público (MP) na próxima semana, que pode oferecer denúncia, tornando Augusto Melo réu, solicitar diligências complementares, como novas provas, ou até mesmo pedir o arquivamento. Caso a denúncia seja aceita, o juiz dará início ao processo criminal

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Augusto Melo Corinthians Impeachment
Augusto Melo, presidente do Corinthians, foi indiciado pela Polícia Civil (Foto: Ettore Chiereguini/AGIF)

Relembre o caso

O resultado do inquérito, conduzido pelo delegado Tiago Correia, foi divulgado nesta quinta-feira (22). As investigações do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) da Polícia Civil detectou irregularidade no pagamento de R$ 1,4 milhão pelo clube alvinegro ao intermediário Alex Cassundé, dono da Rede Social Media Design LTDA.

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A empresa fez dois repasses, nos valores de R$ 580 mil e R$ 462 mil, à Neoway Soluções Integradas, uma empresa laranja no nome de Edna Oliveira dos Santos, moradora do bairro Jardim Caraminguava, em Peruíbe, região pobre do Litoral Sul de São Paulo, conforme noticiado por Juca Kfoury.

A Polícia Civil identificou que a Neoway transferiu R$ 1 milhão para a Wave Intermediações Tecnológicas que em seguida, fez três transações no valor de R$ 874.150 para a UJ Football Talent. A assessoria esportiva é apontada como uma empresa usada para lavar dinheiro do crime organizado.

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No ano passado, a empresa foi mencionada por Antônio Vinicius Gritzbach em investigações do Ministério Público de São Paulo (MPSP) sobre o crime organizado. Conhecido como “delator do PCC”, o empresário foi executado com 29 tiros em novembro de 2024, no aeroporto de Guarulhos. Ele havia firmado um acordo de colaboração com as autoridades após atuar em um esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção.

Votação do impeachemnt

Na próxima segunda-feira (26), o Conselho Deliberativo do Corinthians irá se reunir no Parque São Jorge para retomar a votação para o afastamento de Augusto Melo. O órgão analisa as irregularidades no patrocínio entre o clube com a casa de apostas.

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