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Saída de Anselmi fará Botafogo ir para 6º técnico em pouco mais de um ano

Prazo de validade se tornou curto no clube desde a saída de Artur Jorge

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Marcio Dolzan
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 22/03/2026
15:14
Martín Anselmi em Botafogo e Fluminense (Foto: Lucas Simonin Gomes/Thenews2/Gazeta Press)
imagem cameraTreinador argentino foi demitido do Botafogo neste domingo (Foto: Lucas Simonin Gomes/Gazeta Press)

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A demissão do técnico Martin Anselmi fará com que o Botafogo vá para o sexto técnico na equipe principal em pouco mais de um ano. O último trabalho que durou (quase) uma temporada inteira foi de Artur Jorge, técnico que comandou o clube nas conquistas do Brasileirão e da Libertadores de 2024.

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➡️Botafogo demite o técnico Martín Anselmi

Contratado no início de abril daquele ano, Artur Jorge — anunciado neste domingo no Cruzeiro —, comandou o Botafogo por 275 dias. Ele encerrou o contrato em 3 de janeiro do ano passado por decisão própria.

Desde então, a SAF do Botafogo já mudou o comando do time cinco vezes, considerando interinos da casa e profissionais estrangeiros trazidos para, nas palavras de John Textor, fazer o time jogar o "Botafogo Way", termo que o magnata passou a utilizar com mais ênfase depois da temporada mágica de 2024.

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O primeiro a assumir foi Carlos Leiria, então técnico do sub-20. Ele comandou a equipe por 43 dias entre janeiro e fevereiro do ano passado, período que incluiu a eliminação na primeira fase do Estadual e a derrota no clássico para o Flamengo na decisão da Supercopa Rei.

Depois, o auxiliar permanente Cláudio Caçapa ficou no cargo por apenas três jogos, incluindo as duas derrotas da decisão da Recopa Sul-Americana, quando o Botafogo sucumbiu para o Racing.

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O Botafogo, então, trouxe o português Renato Paiva. O treinador ficou no cargo por quatro meses e foi demitido em julho do ano passado, logo após a eliminação nas oitavas de final do Mundial de Clubes da Fifa.

John Textor, dono da SAF do Botafogo (Foto: Franck Fife/AFP)
John Textor procura novo técnico para o seu "Botafogo Way" (Foto: Franck Fife/AFP)

Textor, então, anunciou Davide Ancelotti. Filho e auxiliar técnico de Carlo Ancelotti, Davide teve no Botafogo seu primeiro trabalho como treinador principal. Ficou no cargo até dezembro, quando se desligou após não concordar com a demissão do preparador físico Luca Guerra, imposta pela SAF. Nos 162 dias que ficou como comandante do Botafogo, o hoje auxiliar da Seleção Brasileira conviveu com uma sequência de desfalques e deixou o time classificado para a fase preliminar da Libertadores deste ano.

E, finalmente, chegou Martín Anselmi. Anunciado no fim de dezembro, ele ficou 80 dias no cargo. No período, comandou o Botafogo em 18 jogos, com nove derrotas, sete vitórias e dois empates. Ficou pelo caminho no Campeonato Carioca, conquistou a Copa Rio e não conseguiu classificar a equipe para a fase de grupos da Libertadores. Nesse sábado, após a vitória do Botafogo sobre o Bragantino por 2 a 1, Anselmi foi defendido pelos jogadores e, na entrevista coletiva, disse que o trabalho no clube era "top". A SAF do Botafogo, porém, decidiu neste domingo que era hora de dá-lo por encerrado.

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