Botafogo vê 2025 como exemplo para acelerar buscas por novo técnico

SAF de John Textor não seguiu com Davide Ancelotti após divergência

PorLeonardo BessaRio de Janeiro (RJ)
20/12/2025 07:00
Botafogo tem John Textor como líder da SAF (Foto: Vítor Silva/Botafogo)
Botafogo tem John Textor como líder da SAF (Foto: Vítor Silva/Botafogo)

O Botafogo olha para a temporada de 2026 da mesma forma como virou para 2025 após os grandes títulos e precisando recomeçar um trabalho. A saída de Davide Ancelotti ao fim do ano fez a SAF refazer o planejamento e, desta vez, sem poder atrasar, já que o Brasileirão terá início no dia 28 de janeiro.

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➡️ Botafogo não avança com proposta a Guanaes após negativa de estafe

Na temporada passada, Artur Jorge, após levantar os troféus da Libertadores e do Brasileirão, aceitou proposta do futebol catari e largou o projeto tocado por John Textor. O sucessor Renato Paiva só foi contratado no fim de fevereiro e isso custou títulos que a torcida esperava celebrar.

Nesse hiato sem um comandante efetivo, o Botafogo fez sua pior campanha no Campeonato Carioca, com a nona colocação, perdeu a Supercopa Rei para o Flamengo e a Recopa Sul-Americana para o Racing-ARG. Pressão automática após Textor destacar que a temporada "só começaria em abril".

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Davide Ancelotti deixou o comando do Botafogo (Foto: Vitor Silva / Botafogo)
Davide Ancelotti deixou o comando do Botafogo (Foto: Vitor Silva / Botafogo)

Botafogo no mercado

John Textor já indicou que não pretende demorar como foi em 2025. O período de análises já começou com suporte do departamento de futebol, e o empresário dono da SAF deve iniciar as entrevistas — de praxe em sua gestão — com profissionais dentro do padrão de jogo definido na próxima semana.

Nas buscas, o Glorioso já recebeu a negativa por parte do estafe de Rafael Guanaes, técnico do Mirassol, que sequer abriu conversas. Nomes europeus, sempre a preferência de Textor, também estão em pauta.

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O Botafogo foi atrás de um novo técnico após desligar Davide Ancelotti do comando. A cúpula do futebol do Botafogo entendeu que mudanças na preparação física eram necessárias, e levantou bola para demissão do preparador Luca Guerra. Internamente, a avaliação é de que o trabalho teria impactado diretamente no alto número de lesões musculares ao longo da temporada, além do desgaste físico acentuado do elenco na reta final do Campeonato Brasileiro.

O principal motivo da saída foi a discordância do treinador italiano com a decisão da diretoria da SAF de demitir o preparador físico Luca Guerra, profissional que integrava sua comissão técnica desde a chegada ao clube.

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