PGR investiga fundo usado por Daniel Vorcaro para investir na SAF do Atlético-MG: entenda
Vorcaro foi afastado do Conselho do clube em Novembro de 2025 após ser preso pela Polícia Federal

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A Procuradoria Geral da União (PGR) investiga os fundos usados por Daniel Vorcaro para investir na SAF do Atlético. A informação foi divulgada pelo Uol.
Segundo a reportagem, o fundo "Astralo 95", utilizado no investimento no Atlético, é alvo de suspeitas de possível fraude e desvio de recursos do Banco Master. A Procuradoria-Geral da União também investiga quem era o responsável pelo controle e pela gestão do fundo, além da origem dos valores movimentados. Entre abril e maio de 2024, o Astralo 95 teria movimentado cerca de R$ 1,45 bilhão, provenientes do banco de Vorcaro.
A PGR identificou inconsistências relacionadas à composição societária do Galo Forte FIP, fundo ligado à Galo Holding, empresa criada por investidores com o objetivo de adquirir 75% das ações da SAF do Atlético. Oficialmente, o fundo é registrado em nome de Daniel Vorcaro.
Entretanto, documentos analisados pela PGR apontam que, em dezembro de 2024, 20% das cotas do Galo Forte FIP foram transferidas para o fundo Astralo 95, enquanto os 80% restantes continuaram sob controle do banqueiro, o que levantou questionamentos sobre a estrutura e o controle dos investimentos.
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Entenda o caso Daniel Vorcaro, investidor da SAF do Atlético
Vorcaro foi preso em operação da Polícia Federal (PF) em Novembro de 2025 por fraudes e esquemas financeiros. Devido a isso, pouco tempo depois foi afastado do Conselho deliberativo do Galo.
O empresário dono do Banco Master é um dos principais acionistas da SAF do Atlético Mineiro, tendo aportado R$ 300 milhões no clube. O valor utilizado para a transação também está sob investigação na Operação Carbono Oculto, sob suspeita do dinheiro ter ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das principais organizações criminosas em atuação no Brasil.
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