Maurice Cova (Foto: Divulgação)

Maurice Cova é uma das esperanças do Trujillanos para a disputa da Libertadores (Foto: Divulgação)

RADAR/LANCE!
17/02/2016
15:29
Rio de Janeiro (RJ)

Integrante do Grupo 1, o mesmo do São Paulo, e primeiro rival do River Plate na Copa Libertadores-2016, o Trujillanos - treinado pelo argentino Horacio Matuszyczk -, não deu sorte de cair num grupo equilibrado e, por isso, o que se espera da equipe é uma participação digna, com uma briga com o The Strongest pelo terceiro lugar. E, se possível, claro, conseguir tirar em casa algum pontinho dos dois gigantes do grupo. Pelo menos é isso o que espera a imprensa venezuelana, que vê no Trujillanos uma equipe de boa qualidade, que foi campeã do Apertura 2014/2015 com merecimento, mas ainda com pouco poder de fogo para sonhar com algo a mais na Libertadores.

Como reforço, o Trujillanos contratou José Torrealba, um dos melhores atacantes do futebol venezuelano e titular da seleção. Sua chegada provavelmente aumentará o poder ofensivo da equipe, que foi alvo de críticas na temporada passada. Afinal, a média de gols foi baixíssima. Por outro lado, o setor defensivo é considerado o melhor do país, pois seus homens de marcação são velozes e possuem ótimo condicionamento físico.

Há uma indefinição no gol e o provável time base é: Díaz (Perez), Granados, Luiry Erazo, Cuevas, González; Osorio, Cova, Franklin González e Carlos Sosa; Cabezas e Torrealba.

Esta será a segunda participação do Trujillanos. Na outra, em 1995, o time não conseguiu passada da fase de grupos, terminando em último lugar na sua chave, que tinha os paraguaios Cerro Porteño e Olimpia e o venezuelano Caracas. Foi o lanterna, com um empate e cinco derrotas.