Rodízio vira marca no Vasco: Renato Gaúcho repete escalação só uma vez desde sua chegada

Com 31 jogadores usados, técnico aposta em ter os melhores atletas fisicamente em campo

PorPedro CobaleaRio de Janeiro (RJ)
01/05/2026 09:00
Renato Gaúcho conversa com os jogadores do Vasco durante a partida contra o Grêmio (Foto: Matheus Lima/Vasco)
Renato Gaúcho conversa com os jogadores do Vasco durante a partida contra o Grêmio (Foto: Matheus Lima/Vasco)

A passagem de Renato Gaúcho pelo Vasco tem sido marcada por uma característica clara: a constante rotação do elenco. Em 13 partidas à frente da equipe, o treinador conseguiu repetir a escalação inicial apenas uma vez, evidenciando um cenário de mudanças frequentes, seja por necessidade ou estratégia.

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Ao todo, foram 12 formações diferentes em 13 jogos. A única repetição aconteceu nos confrontos contra Fluminense e Grêmio, que marcaram o terceiro e o quarto jogo desta nova passagem do técnico pelo clube.

Na ocasião, o Vasco foi a campo com: Léo Jardim; Paulo Henrique, Robert Renan, Saldívia e Cuiabano; Hugo Moura, Thiago Mendes e Tchê Tchê; Nuno Moreira, Andrés Gómez e David.

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Renato Gaúcho na partida entre Vasco e Corinthians (Foto: Dikrah Sahagian/Vasco)

A dificuldade em manter uma base titular tem diferentes explicações. Entre elas, a indisponibilidade de atletas por lesão ou suspensão, além da opção deliberada de preservar jogadores em meio a uma sequência intensa de jogos. Ainda assim, a escolha de rodar o elenco também reflete uma filosofia clara de Renato.

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Desde sua chegada, o treinador já utilizou 31 jogadores diferentes, reforçando a ideia de um grupo amplo e competitivo. Após a vitória sobre o Olimpia, mesmo suspenso e assistindo à partida de casa, Renato fez questão de destacar esse ponto em análise publicada nas redes sociais.

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— Eu sempre falo para vocês e falo para o grupo: aqui não tem titulares, não tem reservas. O importante é que vocês aproveitem as oportunidades que são dadas — afirmou o treinador.

A declaração resume bem o momento: mais do que definir um time-base, Renato parece priorizar a gestão do elenco e a manutenção de todos os jogadores em ritmo competitivo. Resta saber se, ao longo da temporada, essa rotatividade se consolidará como trunfo — ou se a falta de uma formação fixa poderá impactar o desempenho em momentos decisivos.

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