Barros pega pena mínima no STJD e está liberado para atuar pelo Vasco; Pedrinho é absolvido
Volante cumpriu suspensão automática após expulsão contra o Cruzeiro

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O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou, nesta quinta-feira (9), os envolvidos do Vasco por ocorrências na partida contra o Cruzeiro e aplicou punições brandas. O principal alívio para o clube foi a situação do volante Cauan Barros, que recebeu apenas uma partida de suspensão — já cumprida — e está liberado para enfrentar o Remo, no sábado (11).
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O caso de Barros foi levado diretamente a julgamento por se tratar de uma expulsão direta, o que dispensa etapas prévias no processo disciplinar. O jogador corria o risco de pegar entre um e seis jogos de suspensão por jogo violento, o que poderia tirá-lo da partida em Belém. No entanto, com a decisão do tribunal, ele fica à disposição da comissão técnica.
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Outro destaque do julgamento foi a absolvição do presidente Pedrinho, que poderia sofrer suspensão de até 180 dias por suposta conduta contra a arbitragem após a partida contra o Cruzeiro.
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O gerente Clauber Rocha recebeu multa de R$ 4 mil, enquanto o fisioterapeuta Aldo Matos teve a suspensão de uma partida convertida em advertência.
Com as decisões, o Vasco evita desfalques importantes e ganha tranquilidade para a sequência da temporada, podendo contar com Barros no confronto diante do Remo.
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