Alan Kardec - Vasco

Alan Kardec chegou às categorias de base do Vasco em 2000 e estreou profissionalmente em 2007 (Foto: Reprodução)

João Marcos Santana*
16/09/2020
07:30
Rio de Janeiro (RJ)

A mais de 16 mil quilômetros de distância do Brasil, o atacante Alan Kardec está longe do Vasco somente geograficamente. Atuando no Chongqing Dangdai, da China, o atacante de 31 anos afirmou, em entrevista exclusiva ao LANCE!, que acompanha o Cruz-Maltino mesmo estando do outro lado do mundo.


Em boa fase no clube chinês, Alan Kardec disse que observa o Vasco sempre que possível e elogiou o trabalho do técnico Ramon Menezes, que colocou a equipe no G-4 do Campeonato Brasileiro mesmo com uma rodada a menos que outros times que brigam na parte de cima da tabela.

- Sempre acompanho os jogos quando dá, pois devido ao fuso é um pouco complicado. Mas acompanho as notícias, tento ver os melhores momentos das partidas e sei que o Vasco está fazendo um grande início de Brasileiro. O Ramon foi um excelente jogador e está mostrando que também é um grande treinador, e o Vasco tem sempre que pensar em coisas grandes, em títulos. Isso é o que representa um clube do tamanho do Vasco - disse Alan Kardec.

Com contrato na China até dezembro de 2022, Alan Kardec não pensa num retorno imediato ao futebol brasileiro. Porém, no que depender do jogador, quando este momento chegar, o destino será São Januário.

- Todos sabem do carinho e gratidão que tenho pela instituição e pelos torcedores vascaínos, e jogar novamente no Vasco é uma vontade futura que tenho.

Nesta quinta-feira, o Vasco encara o Botafogo pela quarta fase da Copa do Brasil. E o adversário no torneio eliminatório, que foi o último pelo Brasileiro, traz boas lembranças a Alan Kardec. Em 2007, foi contra o Alvinegro que o atacante marcou seu primeiro gol com a camisa do Vasco como profissional.

- Foi um gol especial, no Maracanã, que eu sonhava fazer desde criança. Foi marcante também por ser num clássico e isso ficou na memória. Sobre a Copa do Brasil, são dois jogos difíceis, que o vencedor vai ser quem errar menos. Clássico é sempre equilibrado, e vimos isso no jogo pelo Brasileiro.

* Estagiário, sob supervisão de Aigor Ojêda.