William Patolino comenta mudança de adversário na final do TUF: 'Tanto faz'
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Um dos personagens mais carismáticos da segunda edição do The Ultimate Fighter Brasil foi William Patolino. O jovem de 21 anos impressionou o público ao se tornar um dos atletas mais jovens a chegarem até a final do reality show do UFC. Após conquistar sua vaga no TUF Brasil 2 Finale, que acontece neste sábado, o lutador da Pejor foi até São Paulo para uma coletiva de imprensa junto a Rodrigo Minotauro, Fabricio Werdum e Leo Santos, seu adversário na finalíssima, que acontece em Fortaleza. Entre os assuntos, Patolino comentou a mudança de oponente - ele enfrentaria o argentino Santiago Ponzinibbio, mas este se machucou - e a experiência vivida no programa.
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As imagens da coletiva de imprensa do TUF Brasil 2
- Essa luta contra o Santiago seria legal, pois seria um Brasil x Argentina. Mas, para mim, não teve tanta mudança. Ninguém teve de passar pelo time do Werdum. Para mim, tanto faz. Os dois são atletas duríssimos. Vieram para fazer guerra. Então, para mim, qualquer um dos dois, tanto faz. Está valendo - disse Patolino, comentando a saída do lutador argentino para a entrada de Leo Santos.
O atleta ainda se lembrou dos momentos vividos na segunda temporada do reality show do UFC e analisou sua caminhada até chegar ao programa do maior evento de MMA do mundo. Ele também confessou o nervosismo por participar de sua primeira entrevista coletiva.
- Para mim, é um pouco estranho isso tudo. São muitas regras que temos de seguir. Mas, está bem legal. Tive uma trajetória normal. Tive muitos eventos de MMA. Foram seis lutas no MMA profissional. Chegar hoje no UFC, é de uma importância muito grande. Tive seis vitórias antes de chegar aqui, ganhei tudo. Sempre fui inspirado no Minotauro, no Wanderlei Silva... Desde que eu tinha uns seis anos, já via lutas deles no Pride. Comecei a lutar kickboxing muito jovem. Graças a Deus, fui muito bem em todas as minhas lutas. Consegui realizar parte do meu sonho em chegar aqui. O meu ídolo, hoje, é meu amigo - disse o lutador, se referindo ao técnico Minotauro.
Confira um bate-papo com William Patolino
Qual foi a parte mais difícil de participar do TUF brasil 2?
O mais difícil foi ter ficado todo esse tempo na casa com essa pressão de controlar o peso. Ficava um pouco debilitado. Normalmente, peso 93kg. Mas, no programa, precisava ficar na casa dos 82kg e não podia comer direito. Tinha de treinar bem. Então, a gente se machucou algumas vezes. O mais difícil foi isso.
Qual o seu sentimento depois de vencer o Viscardi na semifinal do programa?
Fiquei chateado com a dedada (ter apontado o dedo) que ele deu para o Minotauro e acabei com ele (risos).
Como foi a convivência com o Juliano Ninja?
Foi muito louco conviver com o Ninja. Acho que foi até legal, pois quando a gente não tinha o que falar, falávamos dele. Ele é um moleque gente boa, que se deixou levar pelas palavras dele e foi chato ele desrespeitar a equipe. Quando mais precisavam dele, ele não estava lá. Por isso eu decidi me distanciar dele. Foi ruim, pois ele podia se mostrar para o Brasil e acabou se mostrando um louco. Ele falava uma coisa e fazia outra. Não sei se ele tem um distúrbio. Na hora, ele surtou!
Como você se sente como um dos atletas mais jovens a chegarem a uma final do TUF?
Pra mim, ser o lutador mais novo do TUF foi uma experiência maravilhosa. Chegar onde eu cheguei foi uma experiencia muto grande, que sempre levarei comigo.
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