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Tirone sinaliza com candidatura à reeleição no Palmeiras


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A menos de dois meses da eleição presidencial no Palmeiras, Arnaldo Tirone dá indícios de que será candidato a reeleição no clube, rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Embora o mandatário seja muito criticado pela torcida e por conselheiros, ele tem recebido apoio interno de seus pares para concorrer a mais um biênio de administração do Verdão - a gestão atual se iniciou em 2011, e o pleito acontecerá no próximo dia 21 de janeiro.

Pessoas próximas a Tirone no Palestra Itália admitem que já o estimularam a se candidatar novamente. Argumentam que se entregar nesse momento é passar o atestado de que a gerência foi ruim, o que abasteceria os muitos críticos do presidente.

O próprio Tirone demonstra vontade de seguir no cargo.

- Esse mandato de dois anos é muito injusto. Com mais um ano pela frente eu teria como recuperar o time, porque esses últimos três meses foram péssimos para nós. Conquistamos a Copa do Brasil no meio do ano e a vaga na Libertadores, mas acabamos o ano rebaixados. Nesse momento estou pensando em acabar algumas tarefas que planejei para o clube - declarou em entrevista ao LANCE!Net.

As últimas reuniões do Conselho Deliberativo foram de cobranças ao dirigente, antes mesmo de o Palmeiras ter a queda sacramentada, após empate em 1 a 1 com o Flamengo, no último dia 18 de novembro. No entanto, Tirone diz ter apoio de diversas pessoas do órgão.

- Tenho muitos amigos no Conselho, mais do que as pessoas imaginam. Eles me incentivam demais, a minha diretoria, por exemplo. Mas isso não quer dizer que isso vai se traduzir em votos. Acho que o fato de não te conseguido permanecer na Série A foi muito ruim, estou triste. Essa ida para a Série B me abalou bastante, até em motivação - completou.

Essa será a última eleição indireta (pelos conselheiros) no Alviverde, umas vez que o projeto das diretas foi aprovado e começará a valer em 2014, ano do centenário do clube.

O presidente ainda diz que faz uma "tomografia" da sua administração e ainda traça um paralelo com a recuperação do Corinthians depois de ter sido rebaixado, em 2007.

- A minha diferença para o nosso rival que foi rebaixado é que a nova gestão dele (Andrés Sanchez) estava no começo quando o time caiu, e ele teve tempo de recuperar a equipe. O meu foi depois de uma conquista e no fim do mandato, então fica difícil analisar as coisas friamente. Ainda estou de cabeça quente

Os candidatos têm que registrar as suas chapas até cinco dias depois do edital de convocação para o pleito, que geralmente é publicado a cerca de 15 dias da reunião. Ou seja, a definição deve acontecer no início de janeiro.

Na oposição, Paulo Nobre e Sérgio Moyses são pré-candidatos, e Wlademir Pescarmona e Décio Perin encabeçam outra frente, havendo a possibilidade de união entre eles.

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