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Segurança de Brasília diz ter confiado em TAC com organizadas e admite mudanças


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Após o jogo entre Vasco e Corinthians, os responsáveis pela segurança no Mané Garrincha deram uma entrevista coletiva para falar sobre a confusão ocorrida durante a partida. Participaram o coronel Paulo Roberto Oliveira, secretário-adjunto de segurança publica, Nisio Tostes, promotor do Ministério Público e o coronel Cleber Lacerda, comandante do policiamento.

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Segundo Paulo Roberto Oliveira, a Segurança Pública confiou no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado com as organizadas em reuniões realizadas durante a última semana e culpou a Gaviões pelo ocorrido.

- A segurança publica ficou a  semana toda planejando, realizamos varias reuniões, com presença de organizadas, com presença do Ministério Público. Foram realizados diversos acordos, de chegada,  posicionamento no estádio e saída. A equipe de segurança se posicionou, garantindo a chegada e houve isolamento. Infelizmente alguns torcedores não respeitaram e tentaram partir de encontro à outra. Chama atenção que  as organizada estiveram na nossa presença e assinaram um TAC. Mas não cumpriram - disse Paulo Roberto.

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O fato de não haver isolamento entre as torcidas também foi motivo de críticas. Os responsáveis pela segurança garantem que foi feito tal isolamento. Mas, segundo o LANCE!Net observou durante a confusão, havia uma barreira de policiais somente próximo ao local destinado aos vascaínos, o que não era suficiente.

Após toda a confusão, um efetivo maior foi colocado próximo aos corintianos.

a confusão, que foi a primeira registrada no Mané Garrincha, já faz com que os responsáveis pensem em mudanças para as próximas partidas, como colocação de barreiras fixas separando as torcidas.

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- Cada jogo para nós é um elemento de experiência, vamos aprendendo. Se agora estamos observando que somente a separação com PM não é suficiente, vamos buscar separação física ou barreiras - completou Paulo Roberto.

Além da confusão dentro do estádio, que terminou com 10 pessoas feridas (nove torcedores e um policial) também houve problema do lado de fora, antes do jogo. Membros da torcida do Corinthians, que vinha para o estádio em um dos 11 ônibus que saíram de São Paulo, tentaram saquear um mercado de Taquatinga, cidade satélite de Brasília.

A Polícia informou que não houve prisão, por que nenhum torcedor foi identificado. Segundo a PM, os torcedores correram de volta para o ônibus ao se depararem com os policiais e seguiram tranquilamente para o Mané Garrincha.

 

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