Presidente do COI cobra atraso e pede pressa ao Rio
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O presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, cobrou nesta quarta-feira mais pressa aos preparativos do Rio para os Jogos Olímpicos de 2016. Mas, apesar da cobrança, o dirigente disse acreditar que a competição será realizada sem problemas.
- Não quero entrar em detalhes, mas há muita infraestrutura onde as construções deveriam estar em um ritmo mais acelerado. Por exemplo, o Complexo Esportivo de Deodoro, entre outros. Mas somos otimistas, penso que tudo estará pronto para os eventos-testes mas não duvide que o tempo passa muito rápido - disse Rogge, que está em Buenos Aires para a 125ª sessão do COI.
Na segunda-feira, quando enceroru a 5ª revisão de projeto dos Jogos do Rio, a presidente da Comissão de Coordenação do COI Nawal El Moutawakel já havia alertado a capital fluminense para a necessidade de acelerar as obras de Deodoro. Na ocasião, ela elogiou os avanços obtidos mas também lembrou que os prazos estavam apertados.
A entrevista concedida nesta quarta-feira foi a última de Rogge como presidente do COI. O próximo encontro público com jornalistas será apenas para apresentar a cidade eleita para a sede dos Jogos de 2020: Istambul, Madri ou Tóquio.
Em relação a futura sede olímpica, Rogge não se pronunciou sobre a existência de uma favorita. Reforçou que todas seriam excelentes locais para receber os Jogos e frisou que os atuais problemas vividos por cada candidata, como financeiro ou político, não vai influenciar na decisão dos membros do COI.
- Os Jogos vão ser realizados sete anos depois de os membros do COI elegerem a cidade. Por isso, é legítimo que eles votem pensando no futuro e não somente no presente - destacou o presidente do COI.
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