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Por nova sequência, Grêmio precisa retomar efetividade no ataque


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Com jejum de três jogos do ataque, Grêmio tem queda de efetividadeA rotina era de muita marcação, um time posicionado e que aproveitava as chances criadas. Nada de muitas extravagâncias: no geral, quatro finalizações certas (no gol do adversário) bastavam para o Grêmio marcar gols na sequência de cinco jogos com vitórias consecutivas. Atualmente, a efetividade caiu – o ataque está há três jogos sem marcar – e os resultados deixaram de aparecer. Com a formação daquela série, Renato Gaúcho tenta retomar também o poderio de finalizações corretas.

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Segundo dados da parcaria LANCE!/Footstats, o Grêmio tinha 44% de gols por finalização certa nos cinco jogos em que encarreirou vitórias. Nas últimas cinco partidas – empates com Vitória e Santos, derrota para Atlético-MG e vitórias sobre Náutico e Portuguesa -, o Tricolor teve tal marca reduzida para 30% dos gols por finalizações corretas.

Nas vitórias do primeiro turno, o Grêmio finalizou cinco vezes no gol do Bahia, marcando três gols. Diante do Cruzeiro, o maior número, oito finalizações corretas, e três gols. Contra o Vasco, foram quatro arremates certos e três gols marcados. O mesmo número de chutes certeiros contra Flamengo e Ponte Preta, com apenas um gol marcado.

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Nas últimas cinco rodadas, os números de finalizações corretas foram semelhantes (Cinco contra Portuguesa, quatro contra o Náutico, cinco contra o Atlético-MG e três contra Santos e Vitória). No entanto, foram apenas seis gols marcados em 20 finalizações. No período de sucesso do Tricolor no turno, forma 11 gols em 25 arremates corretos.

- Nesses três últimos jogos deixamos a desejar um pouco, mas a equipe está voltando a marcar forte. Foi por isso que conseguimos dar a arrancada que demos no primeiro turno. Qualidade a gente tem, não é à toa que estamos na zona da Libertadores, mas temos dois jogos difíceis, temos que dar um pouco mais – comentou o zagueiro Rhodolfo.

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Nestes números, pode se entender o resgate ao time com três volantes e três zagueiros, sem nenhum meia. Mesmo que Renato Gaúcho tenha à disposição os meias Elano e Zé Roberto, algo inexistente nas cinco vitórias do turno inicial. Barcos e Kleber, que marcaram gols importantes contra Raposa, Vasco e Ponte Preta, por exemplo, não vão às redes há três jogos – o último gol da dupla de ataque aconteceu contra o Náutico, em pênalti sofrido pelo Gladiador e convertido pelo Pirata.

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