Pagliuca revela alívio por não ter sido vilão em 1994 e aposta na Itália-2013
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No Brasil para participar de uma partida entre ex-jogadores das seleções de Itália e Brasil neste domingo, o ex-goleiro italiano, Gianluca Pagliuca relembrou uma das experiências inesquecíveis de sua carreira - a final da Copa de 1994 - e também deu seus pitacos sobre a estreia da Azzurra na Copa das Confederações, contra o México, às 16h, no Maracanã.
Pagliuca diz se lembrar sempre da decisão no Mundial dos Estados Unidos, e, com bom humor, ressalta o alívio de não ter sido ele o vilão daquela final. Por pouco ele não levou um frango, em um chute despretensioso do volante Mauro Silva. A bola escapou das mãos do goleiro, mas bateu na trave.
- Não passa um dia que eu não me lembre. Pensava que seria o gol por causa do meu erro. Seria uma tragédia perder a Copa daquele jeito. Por sorte, Deus existe. A bola escapou e bateu na trave - afirmou o ex-camisa 1 azzurro, ressaltando que não premeditou o beijo na trave logo em seguida:
- Foi perfeito e espontâneo.
Na visão de Pagliuca, a seleção atual da Itália não vai se portar diante do México da mesma forma que jogou contra o Haiti, quando cedeu o empate por 2 a 2 nos minutos finais.
- Espero que o jogo seja divertido e claro que vou torcer. No amistoso, a Itália estava cansada, mas os italianos, nas partidas decisivas, que valem resultado, eles vão bem. Estou otimista - finalizou.
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