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Orlando Silva reafirma financiamento público no Fielzão

Dia 27/10/2015
23:16

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Em audiência pública realizada no Senado nesta quarta-feira, o estádio do Corinthians voltou à pauta de discussões. No encontro, que tinha o objetivo de discutir a agenda esportiva brasileira nos próximos quatro anos, o ministro dos esportes, Orlando Silva, reafirmou o financiamento público do estádio e deu detalhes de como ele será realizado.

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- O valor adicional (cerca de 200 milhões de reais) será efetivado a partir de um fundo imobiliário, por conta de todo o potencial construtivo da região. Haverá emissão de títulos, o que vai complementar a verba. Já tive notícias que a construtora responsável está realizando pesquisa no BNDES para liberação dos recursos. - explicou.

A princípio o estádio corintiano seria construído com capacidade de 45 mil lugares com um financiamento de 400 milhões de reais do BNDES. Com a definição da abertura da Copa do Mundo de 2014, veio a exigência da FIFA de um estádio para 65 mil pessoas, o que exigiria mais 200 milhões de reais para a ampliação.

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Os títulos aos quais o ministro são os CIDs (Comprovantes de Incentivo ao Desenvolvimento). Cedidos pela Prefeitura de São Paulo, esses comprovantes terão o valor relativo aos impostos abatidos futuramente com a construção do estádio.

Em fevereiro deste ano, após reunião no Museu do Futebol, prefeito Gilberto Kassab e o secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Marcos Cintra, anunciaram um plano de incentivos fiscais para conseguir os recursos que faltavam para o futuro estádio de Itaquera. O valor adicional seria destinado, segundo o Ministro, para as obras do entorno da nova arena corintiana.

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Orlando Silva ainda elogiou a infraestrutura da capital paulistana e voltou a afirmar que quer o início das obras é o próximo mês de abril.

- São Paulo reúne infraestrutura de transporte e hotelaria para a realização da Copa. Sugeriram abril para início das obras e isso será muito conveniente para nós, já que queremos que a cidade receba a Copa das Confederações - disse Silva.


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