Nada de Luxa, ajuda para Cruzeiro acertar o pé vem de auxiliar artilheiro
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Foram cinco jogos neste início de Brasileirão, apenas uma vitória e somente três gols marcados. Nada parecido com o ataque que teve médias de 2,02 e 1,76 gols nas edições de 2013 e 2014. Das bolas que foram às redes, uma foi de um zagueiro e duas de volantes. Por isso mesmo, os atacantes do Cruzeiro receberam uma atenção especial a poucas horas do maior clássico do estado. E para recuperar a boa pontaria diante do maior rival, nada melhor que um artilheiro como professor. Nada de Luxa. As finalizações na Toca da Raposa foram orientadas pelo auxiliar Deivid.
Atacante do Cruzeiro na temporada de 2003, Deivid deixou o clube na janela de transferências do meio do ano. Marcou 15 gols no Brasileirão daquele ano e saiu da equipe ainda como artilheiro do campeonato. Foi para o Bourdeaux, da França, mas terminou o ano como atleta integrante do plantel histórico celeste, levando as três medalhas da inesquecível tríplice coroa. Hoje é ele quem orienta os atacantes do Cruzeiro ao caminho dos gols. Dos homens da frente, ninguém marcou no Brasileiro deste ano.
- Pelo Deivid ter feito história no Cruzeiro, esteve aqui em 2003, é um cara que conhece muito de futebol. Ele parou recentemente, mas é muito importante nos mostrar o caminho do gol, porque ele sabia como fazer gol quando jogava - falou o atacante Alisson.
No treinamento da última quinta-feira, Luxemburgo ficou apenas supervisionando os jogadores reservas do Cruzeiro. Coube a Deivid acompanhar o treinamento de finalizações dos jogadores, que aprimoraram os chutes frontais e na diagonal ao gol. Até o momento, somente Charles, Henrique e Manoel marcaram pelo clube no Brasileiro. Os principais homens do setor ofensivo, como Damião, Willian, Marquinhos e até Alisson, passaram em branco até o momento. O próximo desafio nada mais é que o rival Atlético-MG, no Independência, neste sábado, às 18h30.
- Agora é clássico, independente de quem está melhor ou não, zera, porque os dois times se conhecem, já jogaram algumas vezes um contra o outro. Tínhamos uma média melhor no Brasileiro, mas clássico é desse jeito - acrescentou o jogador.
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