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Momento distinto marca campeonato do Grêmio

Dia 27/10/2015
21:14

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Neste mesmo momento em 2009, o Grêmio vivia um momento completamente diferente. Já sem nenhuma pretensão no campeonato, viajava para o Rio de Janeiro enfrentar o Flamengo com o time de reservas.

Bem diferente do que acontece nesta última rodada do Brasileirão. O jogo contra o Botafogo define quem entra no G-4 e espera pela Copa Sul-Americana para saber se vai a Libertadores ou não. Lúcio, presente nos dois momentos, ressalta a oportunidade do Tricolor Gaúcho.

- É algo até contrário do que aconteceu ano passado. Hoje estamos disputando a volta para a Libertadores com a casa cheia, é o sonho de qualquer profissional. Isso é um trabalho que começou a medida que o Renato assumiu aqui, e nos deu a condição de voltar a jogar bem. O fato de o estádio estar lotado também pode ser atribuído ao bom futebol que estamos apresentando. O espetáculo para a gente às vezes é um a zero, e para o torcedor é diferente. Hoje em dia no Brasil dificilmente vemos um estádio lotado. Vai ser um fato inédito, no dia do jogo não vai ter bilheteria – exaltou Lúcio.

Essas questões tornariam o Grêmio favorito, certo? Pois Rafael Marques concorda, mas faz uma ressalva: o favoritismo começa quando a bola rola entre as quatro linhas de cal. Mesmo não sendo favorito antes da partida, o time pode ser favorito ao entrar em campo.

- O favoritismo aparece na hora que o jogo começa. Se você se impõe, mostra que quer vencer o jogo, aí aparece. Até porque se o Botafogo está onde está, ele tem méritos por estar – opinou Rafael Marques.

A partida contra o Botafogo, às 17h de domingo, terá casa cheia. O Estádio Olímpico terá aproximadamente 45 mil torcedores segundo a diretoria. Os 20,5 mil ingressos colocados à venda já foram vendidos.

Neste mesmomomento em 2009, o Grêmio vivia um momento completamente diferente. Já semnenhuma pretensão no campeonato, viajava para o Rio de Janeiro enfrentar oFlamengo com o time de reservas.

Bem diferentedo que acontece nesta última rodada do Brasileirão. O jogo contra o Botafogodefine quem entra no G-4 e espera pela Copa Sul-Americana para saber se vai aLibertadores ou não. Lúcio, presente nos dois momentos, ressalta a oportunidadedo Tricolor Gaúcho.

- É algo atécontrário do que aconteceu ano passado. Hoje estamos disputando a volta para a Libertadorescom a casa cheia, é o sonho de qualquer profissional. Isso é um trabalho quecomeçou a medida que o Renato assumiu aqui, e nos deu a condição de voltar ajogar bem. O fato de o estádio estar lotado também pode ser atribuído ao bomfutebol que estamos apresentando. O espetáculo para a gente às vezes é um azero, e para o torcedor é diferente. Hoje em dia no Brasil dificilmente vemosum estádio lotado. Vai ser um fato inédito, no dia do jogo não vai terbilheteria – exaltou Lúcio.

Essas questõestornariam o Grêmio favorito, certo? Pois Rafael Marques concorda, mas faz umaressalva: o favoritismo termina quando a bola rola entre as quatro linhas decal.

- Ofavoritismo aparece na hora que o jogo começa. Se você se impõe, mostra quequer vencer o jogo, ai aparece. Até porque se o Botafogo está aí, ele temméritos por estar – opinou Rafael Marques.

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