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Maracanã: drenagem do campo divide governo e Fifa

Gol da Inglaterra (Foto: Patrick Hertzog/AFP)
imagem cameraGol da Inglaterra (Foto: Patrick Hertzog/AFP)

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Ícaro Moreno Júnior, presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (EMOP), revelou nesta segunda-feira que há seis meses técnicos responsáveis pelo Maracanã tentam convencer representantes da Fifa de que o sistema de drenagem do gramado proposto pela entidade é inviável para o estádio carioca.

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De acordo com Moreno, a Fifa quer que seja implantado um sistema de drenagem a vácuo (de escoamento da água em maior velocidade), que comprometeria o lençol freático situado abaixo do solo do Maracanã, visto que a tubulação da drenagem à vácuo alcança até 1,5m de altura. O presidente da EMOP sustenta ainda que seriam necessárias intervenções caras para que o desejo da Fifa seja atendido.

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A entidade alega que a nova cobertura do Maracanã, formada por uma estrutura de aço e lona tensionada, cobrirá boa parte do gramado, o que diminuirá a incidência de sol e chuva sobre o solo. A nova cobertura poderia criar um novo microclima no campo do estádio.

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Elegantemente, Moreno Júnior expôs o desgaste causado pelos debates entre as partes, mas revelou que está a ponto de convencer a Fifa de que o sistema de drenagem atual será suficiente para que o gramado seja bem cuidado.

- Duplicamos a nossa capacidade de drenagem, estamos provando a eles que não precisamos da drenagem a vácuo, pois há um anel para retenção de água, uma espécie de uma grande caixa d'água - disse Ícaro Moreno.

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O LANCENET! ainda não obteve uma posição oficial da Fifa sobre o tema.

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