Jovem responsável: Gabriel Araújo segurou a pressão
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No futebol, costuma dizer que nos momentos de maior pressão os grandes talentos aparecem e se destacam. Na lateral-esquerda do Cruzeiro, essa máxima está mais do que correta. Diante do Palmeiras, o jovem Gabriel Araújo, de apenas 19 anos, foi o titular e precisou lidar com uma responsabilidade enorme.
No entanto, Gabriel lidou bem com a situação e fez uma boa partida. Elogiado, ele dividiu os méritos com os companheiros de time, que deram muito apoio.
- Tive a confiança que os jogadores passaram para mim, pediram para ficar solto, jogar como jogava na base e consegui fazer uma boa partida - comentou o jovem, que buscou repetir dentro de campo o mesmo futebol que desempenhava nas categorias de base.
- Trabalhamos forte na base para quando chegar a oportunidade, agarrá-la com força. Falaram para eu ter calma, não ir ansioso, afobado, porque tudo ia dar certo. Tinha que fazer o que fiz na base - disse.
A grande chance no time profissional veio com Emerson Ávila, que já foi técnico das categorias de base do Cruzeiro. Segundo Gabriel, o contato prévio com o treinador foi benéfico para seu futebol.
- Ajuda muito. Ele (Emerson) já me conhecia de antes, já sabia meu jeito de jogar e pediu para fazer isso também no profissional, ficar com a cabeça tranquila - disse o jovem lateral, que ainda não se acostumou com os holofotes do time profissional.
- Fico um pouco nervoso (nas entrevistas), mas também tenho que encarar essa situação. Vamos acostumando – brincou.
Bate-bola: Gabriel Araújo, lateral-esquerdo do Cruzeiro
Como é o contato com Diego Renan, outro lateral da base?
Gabriel: O Diego vem me ajudando muito, me dando apoio. Quando ele teve essa lesão que não esperava, fui ajudando ele, pedindo para ele ficar tranquilo. Ele está me dando muita força e até me deu os parabéns pelo jogo de domingo.
Amanhã você encara o Mariano, forte no apoio. Muda algo?
Gabriel: Não muda. Eu tinha o Cicinho pela frente, contra o Palmeiras. Vai vir mais dificuldade. Tenho que encarar com o peito aberto. Vão vir vários adversários fortes e nós temos que encarar.
Como você lidou com a estreia no time titular?
Gabriel: Foi tudo dentro de campo. Pegar o Palmeiras, lá no Pacaembu, é bem complicado, mas consegui. Procurei primeiro marcar e depois atacar. Deu para contribuir.
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